sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A satisfação em um frango-assado


Na terça-feira, dia em que nós costumeiramente tínhamos aula de natação com toda a turma, nossa professora – que me desculpe se ela um dia ler este conto, mas parecia uma sapatão caminhoneira – nos separou em duplas para fazermos treinos de respiração, pena que não era boca-a-boca; basicamente tínhamos que ficar sentados na borda da piscina e sustentar nosso parceiro que emergia e submergia em tempos cronometrados para o treino de apneia.
Imaginem que Táris quis fazer dupla comigo, mas JP não deixou – olha só – disse que como era mais amigo meu e estava a menos tempo no colégio, não se sentia a vontade com outra pessoa. Táris me olhou com um olhar sinistro e totalmente cínico, sorriu com malícia e deixou que JP ficasse comigo à beira da piscina.
Durante todo o treino eu pensei que ele iria ao menos dar aquela esfregada no meu pau o qual estava duro igual a uma pedra e perceptível a quem quisesse olhar, ainda bem que ninguém mais viu. Nem preciso dizer que JP queria mesmo era saber o que eu tinha feito para que Saulinho desistisse de contar pro pai que a gente metia em casa, afinal de contas liguei pra ele no dia anterior só pra falar isso e provavelmente o caçula nem tocou no assunto, óbvio!
-Depois a gente conversa sobre isso.
A aula acabou e como eu tinha que dar aulas para meu amiguinho agora, ficamos nós dois e esperamos dentro d’água “treinando” braçadas, enquanto todos iam embora, ele ficava debruçado nos meus braços e eu secretamente massageava a pica dele dentro da sunga.
Quando me certifiquei de que todos haviam saído pelo portão debaixo, o arrastei pela superfície da água, o deitei na borda da piscina e arranquei sua sunga, exibindo aquele cacete lindo de cabeça vermelhinha escondida dentro do prepúcio o qual eu abria com cuidado só para vê-la se jogar para fora. Coloquei a boca, enquanto segurava pela base e suguei três vezes antes de começar a mamá-lo e fazê-lo delirar. Senti quando segurou minha cabeça e fez movimentos com o quadril querendo meter na minha garganta e eu, ainda com o corpo dentro da piscina, deixava, sentindo os dedos de seus pés abrir e invadir a minha sunga em busca da minha vara que estava duríssima também.
Depois desse boquete. O puxei para dentro d’água e o coloquei de costas para mim. Ele já estava sem sunga e eu só tive que tirar o meu pau e encaixá-lo na bundinha de JP que já fechou os olhos e esperou a primeira estocada, mas aos poucos eu fui colocando, esperando que ele ao menos chiasse a língua contra os lábios ao sentir a dor, mas em nenhum momento durante aqueles dois minutos em que a minha pica entrava devagarinho, ele reclamou de dor, pelo contrário, virou a cabeça para trás, ergueu o braço direito, buscou minha cabeça e me beijou enquanto empinava a bundinha. Claro que ele queria sentir meu pau cada vez mais dentro dele, assim como eu que comecei a bombar lentamente, tirando o cacete e estocando bem fundo, bem moroso e com muito carinho.
Ah! Mais uma vez ele ficou sem a aula de natação. Na mesma hora ele me empurrou com a bunda e saiu da piscina. A visão daquele corpo magrinho e lisinho de pau duro e com a água escorrendo, me deixou maluco. Ele foi para o vestiário e me chamou e eu saí da piscina e fui até lá sem dizer nada.
Lá dentro, ele me perguntou:
-O que você fez pra que o Saulinho desistisse de entregar a gente. Ele não é fácil...
-É, ele não é fácil mesmo. Então eu tive que comer ele!
-Você fez o quê? – nem respondi, porque ele continuou – Você comeu o meu irmão? Como assim?
Eu fiquei muito sem graça, tanto que, confesso, até brochei na hora – pra vocês marmanjos que acham que brochar não é normal, experimentem ficar no meu lugar nessa situação – tentei me explicar, mas ele riu.
-Achei que seu pau fosse só meu...
Gente, ele disse isso com uma carinha tão meiga que não resisti, joguei-o sentado em cima de um dos bancos do vestiário, deitei-me por cima dele comecei a beijá-lo de uma forma tão excitante e tão máscula que senti suas pernas se abrindo e cruzando em minhas costas. O corpo dele estava ficando aquecido, depois de tanto tempo dentro d’água. Senti seu pau duro me cutucar a barriga e tentar se encaixar no meu umbigo. Meu pau começou a endurecer novamente e até que ficasse em ponto de bala fui brincando de meter com ele, fazendo movimentos com a pélvis e batendo meu cacete semiduro na bundinha dele até que estava pronto para comê-lo novamente.
Então, subi as duas pernas dele e o coloquei na posição de frango assado. Vi o cuzinho dele se abrindo pra mim. Lembrei-me de Ricardo no ato, o que me deu ainda mais tesão. Ele segurou as pernas com as mãos e eu encaixei meu pau no cuzinho dele e fui enfiando devagar, assim como fiz dentro da piscina. Assim que vi sua cara de prazer enfiei tudo, até o talo, foi quando ele retraiu o corpo todinho e eu percebi que naquela posição poderia alcançar uma parte dele que não costumava em outra. Foi então que comecei a meter, mais rápido e mais forte.
Eu metia muito e ele gemia bastante. A água em nossos corpos começou a se misturar com o suor e já nem sabíamos mais se estávamos encharcados pela piscina ou por nós mesmos.
-Mete mais, meu homem, mete. – e eu acelerava para vê-lo revirar os olhos por dentro das pálpebras fechadas, a cabeça se virava para trás e a garganta se movimentava quando a língua passava pelos lábios.
-Você é gostoso demais. E aguenta tudo. Você foi feito pra ser meu na ponta da minha vara. – a cada palavra de sacanagem que eu falava, o corpo dele se contorcia e o cuzinho dele apertava mais meu cacete. Eu delirava com isso, claro.
-Meu irmãozinho fez tudo isso, fez?
-Não, ele é novinho, não aguentou que eu colocasse tudo não. Só que ele bebeu minha porra todinha...
-Ah, é? Então eu também quero beber sua porra, meu macho.
Amei ouvir isso. Nesse momento, coloquei-me de pé e o mantive deitado naquele banco de madeira. Ergui suas pernas e as abracei, contudo seu cuzinho ainda estava engolia todo o meu pau. Quando fiz isso, vi algo inusitado pelo janelão que ficava ao lado da porta, havia alguém presenciando, e digo mais, apreciando nossa metida lá dentro, só conseguia ver a ponta dos cabelos. Eu fingi não ver nada, mas passei a caprichar no palavreado.
Deitei as pernas de JP, coloquei-me novamente sobre ele pra que meu pau entrasse com tudo e arrombasse aquele cuzinho que era só meu e isso livrou minhas mãos, então pude puxar os cabelos dele pelas costas, para que ele virasse a cabeça ainda mais e deixasse o torso livre:
-Quem é a minha putinha?
-Sou eu. Mete meu macho, mete na sua putinha.
-Vou torar seu cuzinho todinho e gozar na sua garganta, delícia!
-Então faz.
Eu continuei observando e confirmei minha suspeita quanto Táris ergueu a cabeça por cima do peito da janela para ver nossa performance. Ele viu que eu o tinha notado, riu e fez sinal de positivo pra mim com o dedo. O danado ainda foi até a porta e se recostou, ele estava de calças arriadas e batendo uma punheta maravilhosa sorrindo pra mim. JP não viu nada, pois sua posição não permitia.
Senti-me o verdadeiro ator pornô. O êxtase foi tanto que senti minha porra percorrer rapidamente o interior do meu pau. Foi aí que o retirei de dentro do cu de JP e fazendo-o sentar, meti logo pra dentro de sua boca e gozei pra caralho com um berro de prazer que soltei só pra poder excitar ainda mais a punhetinha do Táris do lado de fora. Foi tanta porra que além dele beber um pouco, ele engasgou e muito ainda escorreu pela boca e derramou sobre seu peito.
Assim que respirou, ele engoliu o que ainda tinha dentro da boca e limpou com o dedo aquela que tinha transbordado, levando até a língua e lambendo os dedos.
-Docinha.
-Gostou?
-Quero mais, mas não agora. Estou com as pernas frouxas e meu cu tá ardendo.
-Normal, a gente meteu demais hoje.
Levantamo-nos e tomamos aquele banho. Claro, JP me ensaboou, lavou minhas costas e todo o meu corpo, cuidou de mim como cuidaria de um marido, me beijava e me abraçava durante todo o banho. Táris não apareceu mais.
Quando saímos, olhei para o chão do lado de fora e tive a certeza de que mais alguém se satisfez com o meu frango-assado, tinha porra até na parede. No entanto JP não atentou para esse detalhe e fomos embora, juntos.


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Então comente aqui embaixo. Você me incentiva a continuar comentando esses casos quentes de minha vida. Até o próximo.

3 comentários:

  1. Olá rapaz, tudo bom com você?
    adorei esse conto, me senti na cena.
    O que foi que não postou mais seus contos? namorando, trabalho? Na expectativa para ler o próximo.
    Está de parabéns.

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  2. Olá, antes de mais nada, obrigado pela audiência.
    Bom, por motivos de trabalho e falta de internet,não pude postar os dois contos da semana passada, no entanto, terça feira estarei postando mais contos. Mais uma vez agradeço a audiência.

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  3. Boa tarde rapaz, estamos aqui na expectativa de mais um conto. Você está de parabéns pelos outros.

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