quinta-feira, 3 de novembro de 2011

JP em minha alcova



Era uma quarta-feira e era nesse dia que tínhamos aula no período vespertino também. E como em toda quarta, tivemos aula de natação na famosa e gostosa piscina do colégio. Todos estavam dentro d'água, sem nenhuma exceção, o que tornava praticamente impossível qualquer contato que fosse entre mim e JP, ou mesmo Táris - um era segredo para o outro, o que me deixava com um cardápio bem variado e de certo modo exclusivo para cada um em suas cabeças - mas eu podia notar olhares furtivos que se dirigiam para o meu pau e desviavam logo que eu os capturava; também pudera, o que os outros garotos iriam falar se nos vissem olhando um para o cacete do outro? Decidi ficar na minha.
O fim da aula era o melhor de tudo, pois todos iam para o vestiário onde tomávamos banho. Era um festival de picas, moles e sonolentas, mas mesmo assim eu me gabava pelo tamanho da minha em comparação à dos outros; uma pena que não podia endurecê-la para causar mais inveja, mas enfim...
Naquele dia eu e mais três amigos, entre eles JP, descemos a rua do colégio conversando. Nunca tínhamos feito este trajeto juntos e a pé. Foi nesse dia que descobri que JP era praticamente vizinho meu: ele morava há um quarteirão abaixo; pensei logo no quanto isso podia facilitar nossa vida, afinal de contas eu não precisaria esperar até sexta pra ficar com ele de novo. Assim que paramos em frente à casa dele, eu disse:
-Eu moro ali, naquela casa. Aparece lá pra gente jogar video game.
-Combinado.
Não podia falar mais nada, até porque os outros dois colegas que estavam conosco não desconfiavam de nada.
Eu também não imaginava que meu convite fosse ser atendido tão rápido. Antes do cair da noite, JP estava no portão da minha casa batendo palmas (e garanto que devia estar piscando o cuzinho de vontade de dar pra mim outra vez). Ele entrou. Como morava com meus pais na época, minha mãe estava em casa e meu pai, que trabalhava a noite, já tinha saído para o serviço. Ele cumprimentou minha velha e fomos direto para o meu quarto onde liguei o computador. Minha mãe não demorou a sair, segundo ela, iria visitar a minha avó e por mim, claro, tudo bem.
Ficamos sozinhos. Ele sentado em minha cama e eu na cadeira do computador acessando algumas fotos e contando histórias da minha vida. Nesse momento, senti seus dedos escorregando pelas minhas costas e o senti se aproximando por trás até que sua respiração aqueceu a minha nuca. A mão desceu pelas minhas costelas, passando pela minha barriga lisinha e se apoiar por fim sobre o meu pau, que já estava latejando dentro da minha cueca. Ele pegou, massageou, tateou e depois escorregou a mão por dentro da minha calça e o segurou firme. Estava gelada, mas logo começou a aquecer.
JP se aproveitou da situação para se recostar em mim, foi quando vi que seu cacete também estava duro, duro como pedra, cutucando as minhas costas. Percebi que ele estava sem cueca.
Levantei-me, fui até a porta do quarto, tranquei e quando me virei ele já estava totalmente nu sobre a minha cama com o pau a noventa graus duríssimo e me chamando. Não resisti, caí de boca naquela piroca e o chupei todo. Agarrava-o pela base e sugava a cabeça, puxando todo o sangue para a extremidade e sentindo ela ficar cada vez maior e mais dura dentro da minha boca. Passava a língua nela todinha e descia para o saco onde sugava uma bola, depois a outra.
Vi que ele estava delirando de prazer, então tirei minha roupa e me deitei ao seu lado, de modo que sua boca alcançasse meu pau também. Era um fetiche meu, chupar e ser chupado ao mesmo tempo, nem sabia, na época, que aquilo era um 69, mesmo assim adorei fazer. Ele chupava meu pau com a mesma voracidade que eu e isso me fazia querer subir nas paredes, lambia meu saco e chupava minhas bolas e parava de vez em quando para tirar um pentelho que ficava agarrado na língua, mas voltava a me chupar instantaneamente. Parecia até que ele estava abocanhando um pirulito.
Eu quase gozei, mas rapidamente retirei meu pau da boca dele e me acalmei um pouco:
-Não quero gozar na sua boca.
-E quer gozar onde?
-Dentro do seu cuzinho, você dá ele pra mim de novo?
-Ele já é todo seu.
Nesse momento senti que ele era todinho meu. Não pensei duas vezes, virei-o de costas, abri a bundinha moreninha dele e com muito tesão enfiei a língua, fazendo movimentos de entra e sai, pequenos círculos e lambidas que iam do saco até as covinhas que ele tinha nas costas. Ele gemia baixinho, mas quando enfiei a língua até a metade ele gritou de tesão e disse:
-Ai, me come agora... enfia o pau todinho em mim, vai!
Prontamente eu atendi. Preparei meu amigão e o coloquei no olhinho do cu dele, fui guiando com a mão, procurando o lugar onde ele melhor se encaixaria e quando achei, meti com força e sem dó, do jeitinho que ele gostou de levar no vestiário. Mais uma vez ele gritou, mas dessa vez eu fechei a boca dele com a mão e nesse momento ele agarrou forte minha mão, selecionou os dedos indicador e médio, colocou-os na boca e com um movimento de sucção, chupou meus dedos como tinha chupado meu pau. Isso foi demais, meus movimentos no lombo dele ficaram mais firmes, intensos e selvagens.
Prontamente eu retirava meu pau todinho de dentro dele e enfiava tudo novamente, o cuzinho dele já estava ficando com o formato e largura perfeitos pro meu pau e cada vez mais, JP estava se tornando todo meu. Parei por um minuto para colocá-lo de lado, ergui sua perna esquerda e a coloquei sobre meu ombro, me encaixei naquela tesoura e coloquei meu cacete na portinha escura que ele havia dado só pra mim. Continuei metendo forte, mas agora podia ver a feição que ele fazia, um misto de dor, prazer e satisfação que me deixava enlouquecido. Meti sem parar por cerca de dez minutos. Depois abaixei a perna dele e o coloquei numa posição de frango assado com as pernas abertas e mais uma vez coloquei meu pau pra dentro dele. Essa posição me deu livre acesso ao seu torso.
Eu metia me agarrando aos seus ombros quando ele abriu os olhos, me agarrou pela cintura, cruzou as pernas por trás das minhas costas; com a mão esquerda agarrou minha nuca e num instante de maior tesão me deu um beijo que nunca vou me esquecer. Não era puro como os que Walace me dava, mas mesmo assim conseguia me passar um sentimento verdadeiro. Ele disse:
-Namora comigo?
Como eu poderia dizer NÃO naquela situação?
-Você vai dar pra mim assim sempre?
-E só pra você, meu macho!
Ouvir isso sempre me deu muito tesão. Não consegui segurar, gozei jatos e jatos dentro dele e antes de tirar meu pau, retribuí o beijo.
-Da próxima vez, quero que você goze na minha cara todinha.
Sabem o que aconteceu?
Não percam os próximos contos.

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