Como notaram, moro em uma cidade do interior. Bem, se não notaram... eu moro em uma cidade do interior, não chega a trinta mil habitantes. É uma cidadezinha onde todos sabem da vida de todos, portanto eu evitava transar com qualquer um, em qualquer lugar, pois logo era um motivo de ser falado na cidade toda. No entanto, as três pessoas com quem mantive relações sexuais até então, eram muito reservadas e me ofereciam certa segurança, no entanto a notícia vazou, de algum modo, alguém soube e toda a comunidade gay, e somente ela, de minha cidade já me conhecia e sabia de meus talentos naturais em cima de uma cama.
Estávamos em junho quando recebi um e-mail me convidando para uma White party que iria acontecer num sábado. Não era preciso ser gay para saber o que acontecia em uma festa assim, ainda mais quando os convites vinham para pessoas seletas, assim como foi o caso. O convite pedia para que eu respondesse antes da quinta-feira para que a lista de convidados pudesse ser preparada – só se entra nessas festas quem tem nome na lista – e eu pensei bastante antes de confirmar minha presença. Além do mais, se desistisse, era só não aparecer.
Durante a semana, trabalhei para o meu pai para ganhar um extra e poder comprar meu traje para a festa. Devia estar de branco. Investi em uma bata solta, com uma calça capri e chinelo de dedo – não sou obrigado a fazer propaganda pra ninguém, não é mesmo? –. A vendedora ainda me deu um assovio quando saí do provador, no entanto, que pena, aquilo não era para ela.
Era sábado e a festa estava acontecendo em uma chácara próxima à cidade. A porta do lugar estava lotada de pessoas que ficavam boquiabertas quando me viam. Parece que esperavam qualquer um, menos eu, o filho de uma pessoa muito respeitada na cidade. Ainda bem que não havia somente gays dali, mas de diversas partes da região, ouso falar do país, muitos gatos.
Não sou do tipo que fica na porta da festa esperando para ver se lota, fui logo chegando até o segurança que tinha a prancheta na mão e confirmando meu nome. Não importava mesmo se eu era ou não menor de idade, fui logo entrando.
Assim que entrei identifiquei um dos garçons. Já o tinha visto várias vezes na rua e seu corpo sempre me chamou a atenção, mas uma dúvida me veio na cabeça:
-Será que ele curte, ou está aqui só pra servir?
Como o máximo que podia conseguir dele era um não, arrisquei-me e pus a prova meu instinto de caçador, já aguçado aos quinze anos.
-Você teria um lugar pra gente poder conversar mais à vontade? – a música realmente estava alta, mas eu não queria mesmo saber de conversar.
-E você não é muito novo pra estar aqui, não? – ele foi ríspido, mas eu gostei, ficou mais atraente. Pelo menos ele não disse não.
-O que importa a minha idade? O que eu quero não é beber, mas pegar alguém de jeito e pode ser você. É só arrumar um lugar.
Ser direto parecia ser o melhor jeito de conversar naquele lugar. E deu certo. Como a festa estava acontecendo em um casarão, não foi difícil ele encontrar um lugar calmo lá dentro.
-Tá certo, o que você tem pra mim? – vi em seus olhos a sede de levar uma boa rolada.
Meu pau quase explodiu quando eu ouvi aquilo. Aquele carinha que eu cobiçava na rua e não podia arriscar a dizer nada, estava ali na minha frente, dentro de um cômodo que parecia um escritório – pela mesa, sofá e cadeiras postas adiante – perguntando o que eu tinha pra ele? Fiz questão de colocar a vara para fora, que mais parecia um cabo de vassoura de tão firme, para que ele olhasse. Ele não disse uma palavra, me puxou pela bata e me abraçou forte, colocou a mão em minha nuca e trazendo minha cabeça até seu encontro, nos beijamos como dois gatos selvagens, com direito a dança de línguas e mordiscadas nos lábios.
Não quis saber de mais nada. Tirei o colete preto que ele usava, depois a camisa social branca e coloquei à mostra aquele peitoral firme e desenvolvido que ele possuía e me coloquei a chupar seus mamilos. Ele tinha muita sensibilidade naquele lugar, pois sentia que a cada vez que eu passava a língua, ele me apertava mais e pulsava seu pau por dentro da calça que usava.
Ele também arrancou minha bata e começou a me lamber e eu delirava quando a língua dele passava pelas minhas costelas e se desviavam para minha barriga, passando pelo umbigo. Aproveitando que ele estava próximo, forcei um desvio para meu pau e fui prontamente atendido. Ele me boqueteava como se estivesse chupando um pirulito e por duas vezes eu tentei tirar o cacete da boca dele, mas ele forçava para se manter lá, até que não resisti e gozei. Ele encheu a boca de porra, depois cuspiu ela.
-Vamos, tenho que trabalhar agora.
Meu pau ainda estava pulsando de tesão, então fiz algo que nunca tinha imaginado fazer: o joguei sobre a mesa, arranquei sua calça e fiquei olhando para aquela bunda lisinha que esperava por um cacete duro e grosso que o fizesse gemer como uma putinha. Eu o fiz naquela noite.
-O que é que você ta fazendo cara? – ele perguntou, mas logo o fiz calar com minha língua a qual introduzi toda naquele cuzinho quentinho. A propósito, ele começou a gemer e a tremer as pernas a cada vez que eu lambia aquele buraquinho.
Meu pau estava completamente duro e ele estava lá de rabinho erguido pra mim. O que eu fiz? Meti, claro.
Sem nenhuma pena. Coloquei a cabeça do pau na caverninha dele, já toda lubrificada depois da passagem da minha língua, e enfiei de uma vez. Ele gritou no começo, mas logo parou porque comecei a bombar forte e rapidamente; e ele começou a ficar mais relaxado, também.
Eu o agarrava pela bunda e o arranhava todo puxando aquela bunda de encontro ao meu cacete já todo enterrado nele. A dor do início deu lugar a gemidos de prazer a cada vez que meu pau saía e entrava de uma vez. Retirei e ele pôde respirar um pouco. Subi na mesa na qual o tinha jogado e o coloquei de lado, uma de suas pernas veio para cima do meu ombro e a outra ficou entre as minhas enquanto eu permanecia de joelhos, naquela posição me mantive privilegiado, pois pude ver com clareza, mesmo com pouca luz, a entrada que chamava pelo meu pau enquanto piscava. Mais uma vez me encaixei nele e só então pude ver a feição de dor em seu rosto enquanto meu pau entrava, mesmo que a lubrificação estivesse pouca, ele já estava largo depois de tantas metidas.
Comecei a meter de novo, forte como antes, mas um pouco mais rápido e a cada segundo sentia que aquele macho era só meu e de mais ninguém e que ninguém nunca iria enterrar o pau naquela bunda como eu estava fazendo. Durante meia hora eu meti naquele cuzinho e observava com prazer a mistura de dor e prazer que se fazia na cara dele. Todo esse entusiasmo me fez gozar de novo. Gozei menos que da primeira vez, mas ainda assim foi muito.
Por um tempinho me mantive dentro dele. Ele desceu a perna e fiquei encaixado nele, mas deitado sobre seu torso.
-Cara, você é novinho, mas mete muito.
-Faz tempo que eu te vejo na rua, mas nunca tive coragem de chegar em você. Sou tarado por ti, velho.
-Olha... confesso que nunca tinha te notado, até porque meu lance é uma pessoa mais velha.
-Tá arrependido?
-De modo algum. Dar pra você foi a melhor coisa que podia ter me acontecido essa noite.
Só então nos apresentamos, seu nome era Ricardo.
Retirei o pau de dentro e notei que estava escorrendo porra pelo cuzinho dele. Ele limpou como pôde e se vestiu.
Durante toda a festa, fui muito bem servido e todos notaram que eu não tinha recebido o meu convite à toa.
Até então, eu não sabia quem tinha me enviado aquele convite, mas logo eu iria descobrir.
Gostou?
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