terça-feira, 8 de novembro de 2011

Almoçando Táris

Meu celular tocou em um feriado, não me lembro exatamente qual era, mas sei que era um dia nada convencional. Eu não conhecia o número que me ligava, era um telefone fixo e quase todos os que estavam armazenados eram celulares – e da mesma operadora. Surpreendi-me quando ouvi a voz suave e levemente rouca do outro lado da linha, era Táris. Ele estava me convidando para um churrasquinho na casa dele.
De início, achei que fosse só mais uma manobra para que nos encontrássemos em sua casa – como o fato de ter baixado clips da minha banda favorita só pra me levar no papo e acabarmos nos boqueteando. O que eu não imaginava era que toda a turma do colégio estaria convidada, pois ele queria aproveitar que os pais estavam com seu irmão na chácara da família.
Não vou dizer que não me diverti vendo a algazarra, mas também não posso dizer que não senti uma pontinha de decepção por não haver acontecido o que eu imaginara. Nessa época, qualquer coisa que se passasse na minha cabeça, tinha algo sexual envolvido.
A piscina da casa dele estava cheia de adolescentes que se embebedavam com refrigerante, se lambuzavam com carne assada e cantavam pop-rock em vozes esganiçadas. Eu também estava no meio, de calção, claro, pois morria de timidez. Saí da piscina e fui até a geladeira, que ficava dentro da casa, para pegar mais refrigerante quando me senti agarrado por trás: Táris havia me seguido, me abraçou, corria as mãos pelo meu corpo e agarrou meu pau por cima do calção que ficou duro no ato; dava pra sentir o cacete duro dele me cutucar a coxa, ainda mais com os movimentos que ele fazia com a cintura. A língua dele deslizou pela minha nuca e ele me mordeu na altura do pescoço.
-Cara, a galera vai ver!
-Vai nada. Ninguém tem coragem de entrar aqui dentro.
-E se alguém entrar?
-Quero que você fique até todos irem embora.
-Mas...
-Sem mais, tenho que te retribuir algo.
Naquele momento ele se ajoelhou, abaixou meu calção e rapidamente colocou a boca na ponta do meu pau e por duas vezes desceu até a base dele. Eu cheguei a sentir sua garganta e na segunda vez ele engasgou, mas pressionou meu pau com os lábios e sugou lentamente. Assim que terminou a demonstração, olhou-me com aqueles olhos castanhos-claros-maliciosos, subiu meu calção, levantou-se e saiu.
Por toda a festa eu fiquei excitado. Por algum tempo fiquei dentro da cozinha tomando refri, só depois tive coragem para sair; meu pau tava muito duro e eu tive que usar a cueca para disfarçar um pouco e acho que consegui.
A tarde foi chegando e lá pelas cinco horas o pessoal começou a se despedir. Era mais de seis quando todos foram, eu, é claro, fiquei.
Não arrumamos sequer um prato, pois assim que o último colega se foi, ele me pegou pela mão e me arrastou pelos fundos da casa, passando pela cozinha, depois pela copa e seguindo por um corredor ele me jogou sobre uma cama Box. Fechou a porta do quarto e se virou para mim.
Não tive tempo para pensar no que ele ia fazer, somente senti quando ele agarrou meu calção com as duas mãos e o arrancou em um movimento só. Meu caralho já tava completamente teso e a lubrificação natural já dava seu ar quando ele caiu de boca no cacete e o chupou por exatos quinze minutos. A boca dele descia deliciosamente até o saco, assim ficava por alguns segundos e, para me deixar louco, mexia a língua e me fazia senti-la nas bolas. Foi uma loucura, o boquete perfeito, até que ele acendeu meu instinto de predador.
Quando sua boca se afastou do meu cacete, para que pudesse respirar, eu o puxei pelo cabelo e o fiz deitar naquela cama. Ele queria fogo? Eu daria fogo a ele. Coloquei-me sobre ele desci com a língua pelas curvas das costas largas dele até que ela caísse dentro daquele cuzinho que ainda estava molhado da água da piscina. Na mesma hora ele gemeu e tentou se levantar com auxílio dos braços, mas com mais uma metida de língua e um empurrão com o braço direito, ele voltou a se deitar.
Aproveitei o momento para colocar um travesseiro sob ele, de modo que aquela bundinha linda e lisinha ficasse empinadinha pra mim. Não dei moleza, já encaixei a cabeça da minha rola e forcei a entrada. No começo foi difícil, mas logo ela começou a entrar, devagar e aos poucos. Táris gemia, no princípio ele não queria que eu o comesse, acho, mas logo ele já estava entregue. Eu mantive somente a cabeça enfiada até que os gemidos de dor cessassem, foi quando ele disse:
-Me come vai...
Não titubeei, enfiei tudo o que tinha pra colocar de uma vez só e mais uma vez ele gemeu de dor, mas dessa vez parecia estar um pouco mais acostumado. Ele abaixou a cabeça entre os braços, respirou e disse:
-Pode me fuder.
-Todinho?
-Todo.
-Seu cuzinho é todo meu?
-Todo seu, mete vai.
Enquanto conversávamos essas frases excitantes eu enfiava e tirava meu pau de dentro dele. A brincadeira de tirar até a base da cabeça e voltar todo pra dentro durou cerca de vinte minutos e a cada bombada ele mordia no lábio e suspirava. Para mim era a certeza de que eu estava fazendo meu menino feliz.
Chegou a hora de trocar de posição. Eu me sentei na cama e estiquei as pernas e agora quem controlaria a situação era ele. Aos poucos foi sentando na minha vara e voltando, tentando se acostumar novamente comigo dentro dele. Assim que se sentou e eu senti sua bunda no meu saco, comecei a meter novamente, mas estava difícil, ele era pesado, então ele abraçou minha cabeça e começou uma cavalgada de_li_ci_o_sa no meu cacete. Eu ia ao delírio a cada vez que ele batia a estava.
Agarrei seu pau e comecei uma punheta de leve, só para que ele endurecesse, pois estava em estado de meia vida. Naquele instante ele ficou duro e o senti pulsar uma, duas, três vezes e a porra quentíssima do meu garoto voou e me deixou completamente encharcado de leite. O jato foi tão forte que parte dele foi parar no canto da minha boca, cheguei a sentir seu gosto adocicado.
Eu também não estava longe, mas ele já tinha parado por conta da gozada, então pedi para que ele ficasse naquela posição mas que erguesse o corpo há alguns centímetros e não perdoei, fudi aquele cu como ainda não havia feito antes, agarrei-o pelas coxas e metia cada vez mais fundo e mais rápido. Ele sentia prazer, eu via na cara dele o quanto ele estava gostando. Foi aí que eu gozei, e gozei muito, mais do que tinha conseguido com JP ou até mesmo o Walace. Aquele cara me deixava com muito tesão. Quando retirei o pau de dentro dele, parte da porra veio para fora, foi quando ele teve noção do quanto eu tinha ficado tarado por ele.
Não chegamos a nos beijar, mas passou muito perto. Como não sabíamos quando os pais dele iriam chegar, tomamos banho e eu voltei para casa.
Apesar de tudo o que tinha acontecido. No outro dia nos tratamos superbem na aula e agimos como se nada tivesse acontecido, mas eu, ele e a cama tínhamos muita história pra contar daquele feriado.
Gostou? Então comente aqui embaixo, você me incentiva a contar mais casos de minha nada mole infância.

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