De início, achei que fosse só mais uma manobra para que nos encontrássemos em sua casa – como o fato de ter baixado clips da minha banda favorita só pra me levar no papo e acabarmos nos boqueteando. O que eu não imaginava era que toda a turma do colégio estaria convidada, pois ele queria aproveitar que os pais estavam com seu irmão na chácara da família.
Não vou dizer que não me diverti vendo a algazarra, mas também não posso dizer que não senti uma pontinha de decepção por não haver acontecido o que eu imaginara. Nessa época, qualquer coisa que se passasse na minha cabeça, tinha algo sexual envolvido.
A piscina da casa dele estava cheia de adolescentes que se embebedavam com refrigerante, se lambuzavam com carne assada e cantavam pop-rock em vozes esganiçadas. Eu também estava no meio, de calção, claro, pois morria de timidez. Saí da piscina e fui até a geladeira, que ficava dentro da casa, para pegar mais refrigerante quando me senti agarrado por trás: Táris havia me seguido, me abraçou, corria as mãos pelo meu corpo e agarrou meu pau por cima do calção que ficou duro no ato; dava pra sentir o cacete duro dele me cutucar a coxa, ainda mais com os movimentos que ele fazia com a cintura. A língua dele deslizou pela minha nuca e ele me mordeu na altura do pescoço.
-Cara, a galera vai ver!
-Vai nada. Ninguém tem coragem de entrar aqui dentro.
-E se alguém entrar?
-Quero que você fique até todos irem embora.
-Mas...
-Sem mais, tenho que te retribuir algo.
Naquele momento ele se ajoelhou, abaixou meu calção e rapidamente colocou a boca na ponta do meu pau e por duas vezes desceu até a base dele. Eu cheguei a sentir sua garganta e na segunda vez ele engasgou, mas pressionou meu pau com os lábios e sugou lentamente. Assim que terminou a demonstração, olhou-me com aqueles olhos castanhos-claros-maliciosos, subiu meu calção, levantou-se e saiu.
Por toda a festa eu fiquei excitado. Por algum tempo fiquei dentro da cozinha tomando refri, só depois tive coragem para sair; meu pau tava muito duro e eu tive que usar a cueca para disfarçar um pouco e acho que consegui.
A tarde foi chegando e lá pelas cinco horas o pessoal começou a se despedir. Era mais de seis quando todos foram, eu, é claro, fiquei.
Não arrumamos sequer um prato, pois assim que o último colega se foi, ele me pegou pela mão e me arrastou pelos fundos da casa, passando pela cozinha, depois pela copa e seguindo por um corredor ele me jogou sobre uma cama Box. Fechou a porta do quarto e se virou para mim.
Não tive tempo para pensar no que ele ia fazer, somente senti quando ele agarrou meu calção com as duas mãos e o arrancou em um movimento só. Meu caralho já tava completamente teso e a lubrificação natural já dava seu ar quando ele caiu de boca no cacete e o chupou por exatos quinze minutos. A boca dele descia deliciosamente até o saco, assim ficava por alguns segundos e, para me deixar louco, mexia a língua e me fazia senti-la nas bolas. Foi uma loucura, o boquete perfeito, até que ele acendeu meu instinto de predador.
Quando sua boca se afastou do meu cacete, para que pudesse respirar, eu o puxei pelo cabelo e o fiz deitar naquela cama. Ele queria fogo? Eu daria fogo a ele. Coloquei-me sobre ele desci com a língua pelas curvas das costas largas dele até que ela caísse dentro daquele cuzinho que ainda estava molhado da água da piscina. Na mesma hora ele gemeu e tentou se levantar com auxílio dos braços, mas com mais uma metida de língua e um empurrão com o braço direito, ele voltou a se deitar.
Aproveitei o momento para colocar um travesseiro sob ele, de modo que aquela bundinha linda e lisinha ficasse empinadinha pra mim. Não dei moleza, já encaixei a cabeça da minha rola e forcei a entrada. No começo foi difícil, mas logo ela começou a entrar, devagar e aos poucos. Táris gemia, no princípio ele não queria que eu o comesse, acho, mas logo ele já estava entregue. Eu mantive somente a cabeça enfiada até que os gemidos de dor cessassem, foi quando ele disse:
-Me come vai...
Não titubeei, enfiei tudo o que tinha pra colocar de uma vez só e mais uma vez ele gemeu de dor, mas dessa vez parecia estar um pouco mais acostumado. Ele abaixou a cabeça entre os braços, respirou e disse:
-Pode me fuder.
-Todinho?
-Todo.
-Seu cuzinho é todo meu?
-Todo seu, mete vai.
Enquanto conversávamos essas frases excitantes eu enfiava e tirava meu pau de dentro dele. A brincadeira de tirar até a base da cabeça e voltar todo pra dentro durou cerca de vinte minutos e a cada bombada ele mordia no lábio e suspirava. Para mim era a certeza de que eu estava fazendo meu menino feliz.
Chegou a hora de trocar de posição. Eu me sentei na cama e estiquei as pernas e agora quem controlaria a situação era ele. Aos poucos foi sentando na minha vara e voltando, tentando se acostumar novamente comigo dentro dele. Assim que se sentou e eu senti sua bunda no meu saco, comecei a meter novamente, mas estava difícil, ele era pesado, então ele abraçou minha cabeça e começou uma cavalgada de_li_ci_o_sa no meu cacete. Eu ia ao delírio a cada vez que ele batia a estava.
Agarrei seu pau e comecei uma punheta de leve, só para que ele endurecesse, pois estava em estado de meia vida. Naquele instante ele ficou duro e o senti pulsar uma, duas, três vezes e a porra quentíssima do meu garoto voou e me deixou completamente encharcado de leite. O jato foi tão forte que parte dele foi parar no canto da minha boca, cheguei a sentir seu gosto adocicado.
Eu também não estava longe, mas ele já tinha parado por conta da gozada, então pedi para que ele ficasse naquela posição mas que erguesse o corpo há alguns centímetros e não perdoei, fudi aquele cu como ainda não havia feito antes, agarrei-o pelas coxas e metia cada vez mais fundo e mais rápido. Ele sentia prazer, eu via na cara dele o quanto ele estava gostando. Foi aí que eu gozei, e gozei muito, mais do que tinha conseguido com JP ou até mesmo o Walace. Aquele cara me deixava com muito tesão. Quando retirei o pau de dentro dele, parte da porra veio para fora, foi quando ele teve noção do quanto eu tinha ficado tarado por ele.
Não chegamos a nos beijar, mas passou muito perto. Como não sabíamos quando os pais dele iriam chegar, tomamos banho e eu voltei para casa.
Apesar de tudo o que tinha acontecido. No outro dia nos tratamos superbem na aula e agimos como se nada tivesse acontecido, mas eu, ele e a cama tínhamos muita história pra contar daquele feriado.
Gostou? Então comente aqui embaixo, você me incentiva a contar mais casos de minha nada mole infância.
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