Já estava anoitecendo naquela terça-feira. Eu tinha passado com JP em sua casa, já que era caminho da minha mesmo. Ele se despediu de mim pegando em minha mão e deslizando de leve os dedos do pulso até a ponta dos meus vagarosamente tentando prolongar nosso contato físico. Claro que não deixei que ficasse nisso; vi que não havia ninguém na rua e me aproveitei da sombra que a sete-copas plantada em frente a sua casa jogava sobre nós, nos escondendo de olhares curiosos, puxei o garoto pelo braço, agarrei em sua cintura, passando o braço por ela e meti-lhe um beijo na boca que fez nossas línguas se entrelaçarem. Era uma pena que não podíamos ficar ali, namorando no portão, o beijo foi rápido, mas nos deixou sem fôlego.
Subi a rua e dobrei a esquina e antes que chegasse em casa, senti meu celular vibrar dentro da mochila. Quando vi o nome, percebi no ato do que se tratava e qual seria o teor da conversa: Táris.
-Fala, velho! – disse eu com tom sério, mas por dentro não me continha de tanto orgulho pela performance que ele tinha presenciado.
-Você acabou com o marreco. – Marreco era o apelido de JP, pois todos o tinham adotado, só eu que ainda usava o nome verdadeiro dele.
-O que você achou?
-Fiquei com um pouco de ciúmes, achei que eu era o único com quem você tinha...
-Vocês são os únicos com quem eu transei. – menti.
-Vamos sair hoje? Passo aí e te pego.
-Eu não estou fazendo nada. Pode ser.
-Então, daqui duas horas eu passo aí.
Desligou o telefone e eu nem podia acreditar no que eu estava ouvindo, primeiro fui disputado para a formação de par na piscina, agora Táris diz que ficou com ciúmes de mim? Corri para casa, guardei a bike, tomei aquele banho e me arrumei. Até disse pra minha mãe que iria sair com os amigos, como ela conhecia o Táris, não desgostou e deixou numa boa.
Pouco passava das sete horas quando Táris chegou na porta da minha casa buzinando o velho Santana do pai dele. Apesar de ter dezessete anos, dirigia por toda a cidade e como estávamos em cidade de interior, não era pego por blitz alguma.
Entrei no carro com todos os vidros envelopados com insulfilme bem escuro, fechei a porta e Táris já me deu um beijo molhado e quente colocando a mão por baixo da minha camisa e fazendo com que ela percorresse meu peito, minha barriga e pousasse sobre meu pau que endureceu na hora.
Ele se afastou, colocou as mãos no volante e saiu com o carro.
-Para onde vamos?
-Primeiro vamos comer, que eu ainda não jantei.
-Hum, e o que vamos ter de sobremesa? – brinquei.
Então ele levou a mão esquerda até o zíper da calça, abriu e tirou a pica para fora, dura e com vestígios de lubrificação natural que escorriam pela cabecinha. Tão suculenta que não resisti, caí de boca e mamei nela ali mesmo dentro daquele carro. Ia subindo e descendo com meus lábios de modo que eles fizessem pressão ao longo do corpo daquele pau delicioso. Com a mão, tirei o saco dele para fora e chupei também suas bolas. Táris suspirava de tesão, mas não retirava as mãos do volante. Senti que ele estava perto do gozo quando suas pernas começaram a se retrair, continuei a punhetá-lo com minha boca até sentir a porra quente e doce dele saltar pela minha língua e escorrer pela boca. Como o pau dele começou a ficar flácido, sentei-me no banco, abri o vidro e cuspi a gala toda no asfalto. Ele sorriu enquanto me olhava, até que chegamos ao melhor restaurante da cidade.
Na mesa conversamos muito e durante todo o jantar – no qual eu não me concentrei na comida – ele ficou passando a mão em minhas coxas e massageando meu pau por cima da calça. Nessa hora cheguei a lubrificar tanto que uma mancha molhada se fez notar sobre a virilha. Ele pagou toda a conta, voltamos para o carro e eu achei que iríamos parar por ali. Mas não foi isso que aconteceu.
Ele foi por uma rua que cortava a cidade e logo estávamos nos limites dela. Ele desviou por uma rua de terra e chegamos a um motel. Entramos com facilidade e fomos para a suíte quatorze e tinha de tudo lá dentro: cama redonda, espelho no teto, hidromassagem e o escambal. Mas não tive tempo de olhar tudo. Táris foi tirando a minha camisa e percorrendo todo o meu peito com a boca, depois abriu minha calça e olhou fixamente para a cabeça do meu pau antes de dar uma lambida maravilhosa e abocanhá-lo como alguém que estava passando fome.
Mamou-me todo querendo meu leite, mas eu não queria gozar, não naquele momento, então o joguei para cima da cama e também retirei toda a roupa dele e não teve um lugar em todo aquele corpo que eu não tivesse passado a língua. Estava muito gostoso até que ele me disse:
-Por favor, me come daquele jeito. Deixa eu ser sua putinha agora.
Aquela frase me deixou com muito mais tesão do que o que eu já tinha por aquele muleque. Alcancei um daqueles géis que ficam sobre as cabeceiras das camas de motel, encharquei a mão com ele, virei a minha nova putinha de bruços e lambuzei toda aquela bunda redonda e dura com lubrificante. Ao mesmo tempo enfiava os dedos naquele cuzinho, que era meu por conquista, dois de uma vez só para ouvi-lo gemer e cada vez mais alto.
Fiz com que ele ficasse de quatro pra mim e era incrível como tudo ficou na altura perfeita para que eu enfiasse meu cacete de uma vez até a base. Ele gemeu alto e eu me enchi de excitação. Continuei metendo naquela bundinha linda e dava tapas de vez em quando para poder provar quem é que mandava. E, segundo ele, eu mandava muito bem.
Agarrei-o pelo cabelo e puxava de encontro a mim enquanto meu pau entrava de uma vez e saia todo. Então ele me fez trocar de posição. Deitei-me na cama e ele, erguendo meu pau, foi sentando aos poucos em cima dele e observava cada centímetro que entrava e proporcionava a ele um prazer tremendo. Depois que tudo estava novamente dentro dele, depois que meu pau já fazia parte dele, ele começou uma cavalgada e eu, claro, era a sela. Subia e descia a bundinha, batendo minha estaca e a sentindo roçar nas paredes de seu cu.
Suas pernas foram ficando bambas, percebi quando a altura que erguia a bunda foi diminuindo, depois ficou claro, pois elas tremiam. Então fiz com que ele ficasse parado a certa altura e eu comecei a meter apenas subindo a pélvis. Sentia meu saco batendo em sua bundinha e me dava prazer ouvir o barulho da minha virilha se chocando com suas coxas.
Meti naquela posição por uns quinze minutos até que seu rosto começou a mostrar dor. Ele dizia não agüentar mais e eu não queria nem saber, metia e gostava cada vez mais. Por duas vezes ele tentou cessar meus movimentos, mas quanto mais ele tentava me parar ou trancar o cuzinho fazendo pressão, mais eu sentia vontade de comê-lo.
Até que o fiz deitar de bruços novamente e aproveitei aquela posição para me agarrar em seus ombros e obter a resistência de corpo que eu queria para meter mais forte. Acelerei os movimentos enquanto ele retraía a musculatura da bunda. Aí não agüentei. Comecei a gozar dentro dele, dois jorros que ele sentiu e chegou a dizer, depois retirei o pau e foi punhetando que jorrei mais três vezes em suas costas. A porra escorria assim como o suor em nossos corpos.
Fomos para a hidromassagem, onde ficamos nos beijando e nos chupando por quase duas horas. Ele me abraçou e se recostou na borda da banheira que jogava jatos de água quente para o centro, eu fiquei encaixado entre suas pernas enquanto seus braços me envolviam.
-Você me arrombou, sabia?
-Só fiz o que você pediu.
-Claro que não. – olhei para ele, me virando para trás, com uma cara de estranhamento – Você fez muito melhor. Eu gozei enquanto você estava metendo em mim, nem sabia que isso era possível.
Sorri e me excitei mais uma vez. Começamos tudo de novo ali mesmo.
Nesse dia, cheguei em casa esfolado, à uma da manhã depois de ter feito quatro vezes com Táris. Ele reclamou que estava todo ardido, mesmo assim continuava querendo dar pra mim e beber a minha porra.
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