sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A satisfação em um frango-assado


Na terça-feira, dia em que nós costumeiramente tínhamos aula de natação com toda a turma, nossa professora – que me desculpe se ela um dia ler este conto, mas parecia uma sapatão caminhoneira – nos separou em duplas para fazermos treinos de respiração, pena que não era boca-a-boca; basicamente tínhamos que ficar sentados na borda da piscina e sustentar nosso parceiro que emergia e submergia em tempos cronometrados para o treino de apneia.
Imaginem que Táris quis fazer dupla comigo, mas JP não deixou – olha só – disse que como era mais amigo meu e estava a menos tempo no colégio, não se sentia a vontade com outra pessoa. Táris me olhou com um olhar sinistro e totalmente cínico, sorriu com malícia e deixou que JP ficasse comigo à beira da piscina.
Durante todo o treino eu pensei que ele iria ao menos dar aquela esfregada no meu pau o qual estava duro igual a uma pedra e perceptível a quem quisesse olhar, ainda bem que ninguém mais viu. Nem preciso dizer que JP queria mesmo era saber o que eu tinha feito para que Saulinho desistisse de contar pro pai que a gente metia em casa, afinal de contas liguei pra ele no dia anterior só pra falar isso e provavelmente o caçula nem tocou no assunto, óbvio!
-Depois a gente conversa sobre isso.
A aula acabou e como eu tinha que dar aulas para meu amiguinho agora, ficamos nós dois e esperamos dentro d’água “treinando” braçadas, enquanto todos iam embora, ele ficava debruçado nos meus braços e eu secretamente massageava a pica dele dentro da sunga.
Quando me certifiquei de que todos haviam saído pelo portão debaixo, o arrastei pela superfície da água, o deitei na borda da piscina e arranquei sua sunga, exibindo aquele cacete lindo de cabeça vermelhinha escondida dentro do prepúcio o qual eu abria com cuidado só para vê-la se jogar para fora. Coloquei a boca, enquanto segurava pela base e suguei três vezes antes de começar a mamá-lo e fazê-lo delirar. Senti quando segurou minha cabeça e fez movimentos com o quadril querendo meter na minha garganta e eu, ainda com o corpo dentro da piscina, deixava, sentindo os dedos de seus pés abrir e invadir a minha sunga em busca da minha vara que estava duríssima também.
Depois desse boquete. O puxei para dentro d’água e o coloquei de costas para mim. Ele já estava sem sunga e eu só tive que tirar o meu pau e encaixá-lo na bundinha de JP que já fechou os olhos e esperou a primeira estocada, mas aos poucos eu fui colocando, esperando que ele ao menos chiasse a língua contra os lábios ao sentir a dor, mas em nenhum momento durante aqueles dois minutos em que a minha pica entrava devagarinho, ele reclamou de dor, pelo contrário, virou a cabeça para trás, ergueu o braço direito, buscou minha cabeça e me beijou enquanto empinava a bundinha. Claro que ele queria sentir meu pau cada vez mais dentro dele, assim como eu que comecei a bombar lentamente, tirando o cacete e estocando bem fundo, bem moroso e com muito carinho.
Ah! Mais uma vez ele ficou sem a aula de natação. Na mesma hora ele me empurrou com a bunda e saiu da piscina. A visão daquele corpo magrinho e lisinho de pau duro e com a água escorrendo, me deixou maluco. Ele foi para o vestiário e me chamou e eu saí da piscina e fui até lá sem dizer nada.
Lá dentro, ele me perguntou:
-O que você fez pra que o Saulinho desistisse de entregar a gente. Ele não é fácil...
-É, ele não é fácil mesmo. Então eu tive que comer ele!
-Você fez o quê? – nem respondi, porque ele continuou – Você comeu o meu irmão? Como assim?
Eu fiquei muito sem graça, tanto que, confesso, até brochei na hora – pra vocês marmanjos que acham que brochar não é normal, experimentem ficar no meu lugar nessa situação – tentei me explicar, mas ele riu.
-Achei que seu pau fosse só meu...
Gente, ele disse isso com uma carinha tão meiga que não resisti, joguei-o sentado em cima de um dos bancos do vestiário, deitei-me por cima dele comecei a beijá-lo de uma forma tão excitante e tão máscula que senti suas pernas se abrindo e cruzando em minhas costas. O corpo dele estava ficando aquecido, depois de tanto tempo dentro d’água. Senti seu pau duro me cutucar a barriga e tentar se encaixar no meu umbigo. Meu pau começou a endurecer novamente e até que ficasse em ponto de bala fui brincando de meter com ele, fazendo movimentos com a pélvis e batendo meu cacete semiduro na bundinha dele até que estava pronto para comê-lo novamente.
Então, subi as duas pernas dele e o coloquei na posição de frango assado. Vi o cuzinho dele se abrindo pra mim. Lembrei-me de Ricardo no ato, o que me deu ainda mais tesão. Ele segurou as pernas com as mãos e eu encaixei meu pau no cuzinho dele e fui enfiando devagar, assim como fiz dentro da piscina. Assim que vi sua cara de prazer enfiei tudo, até o talo, foi quando ele retraiu o corpo todinho e eu percebi que naquela posição poderia alcançar uma parte dele que não costumava em outra. Foi então que comecei a meter, mais rápido e mais forte.
Eu metia muito e ele gemia bastante. A água em nossos corpos começou a se misturar com o suor e já nem sabíamos mais se estávamos encharcados pela piscina ou por nós mesmos.
-Mete mais, meu homem, mete. – e eu acelerava para vê-lo revirar os olhos por dentro das pálpebras fechadas, a cabeça se virava para trás e a garganta se movimentava quando a língua passava pelos lábios.
-Você é gostoso demais. E aguenta tudo. Você foi feito pra ser meu na ponta da minha vara. – a cada palavra de sacanagem que eu falava, o corpo dele se contorcia e o cuzinho dele apertava mais meu cacete. Eu delirava com isso, claro.
-Meu irmãozinho fez tudo isso, fez?
-Não, ele é novinho, não aguentou que eu colocasse tudo não. Só que ele bebeu minha porra todinha...
-Ah, é? Então eu também quero beber sua porra, meu macho.
Amei ouvir isso. Nesse momento, coloquei-me de pé e o mantive deitado naquele banco de madeira. Ergui suas pernas e as abracei, contudo seu cuzinho ainda estava engolia todo o meu pau. Quando fiz isso, vi algo inusitado pelo janelão que ficava ao lado da porta, havia alguém presenciando, e digo mais, apreciando nossa metida lá dentro, só conseguia ver a ponta dos cabelos. Eu fingi não ver nada, mas passei a caprichar no palavreado.
Deitei as pernas de JP, coloquei-me novamente sobre ele pra que meu pau entrasse com tudo e arrombasse aquele cuzinho que era só meu e isso livrou minhas mãos, então pude puxar os cabelos dele pelas costas, para que ele virasse a cabeça ainda mais e deixasse o torso livre:
-Quem é a minha putinha?
-Sou eu. Mete meu macho, mete na sua putinha.
-Vou torar seu cuzinho todinho e gozar na sua garganta, delícia!
-Então faz.
Eu continuei observando e confirmei minha suspeita quanto Táris ergueu a cabeça por cima do peito da janela para ver nossa performance. Ele viu que eu o tinha notado, riu e fez sinal de positivo pra mim com o dedo. O danado ainda foi até a porta e se recostou, ele estava de calças arriadas e batendo uma punheta maravilhosa sorrindo pra mim. JP não viu nada, pois sua posição não permitia.
Senti-me o verdadeiro ator pornô. O êxtase foi tanto que senti minha porra percorrer rapidamente o interior do meu pau. Foi aí que o retirei de dentro do cu de JP e fazendo-o sentar, meti logo pra dentro de sua boca e gozei pra caralho com um berro de prazer que soltei só pra poder excitar ainda mais a punhetinha do Táris do lado de fora. Foi tanta porra que além dele beber um pouco, ele engasgou e muito ainda escorreu pela boca e derramou sobre seu peito.
Assim que respirou, ele engoliu o que ainda tinha dentro da boca e limpou com o dedo aquela que tinha transbordado, levando até a língua e lambendo os dedos.
-Docinha.
-Gostou?
-Quero mais, mas não agora. Estou com as pernas frouxas e meu cu tá ardendo.
-Normal, a gente meteu demais hoje.
Levantamo-nos e tomamos aquele banho. Claro, JP me ensaboou, lavou minhas costas e todo o meu corpo, cuidou de mim como cuidaria de um marido, me beijava e me abraçava durante todo o banho. Táris não apareceu mais.
Quando saímos, olhei para o chão do lado de fora e tive a certeza de que mais alguém se satisfez com o meu frango-assado, tinha porra até na parede. No entanto JP não atentou para esse detalhe e fomos embora, juntos.


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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Comi o irmãozinho de JP


Aquele fim de semana tinha sido uma perfeição na minha, até então, modesta vida sexualmente ativa. No entanto na segunda feira houve algo para me preocupar.
JP veio até mim durante o recreio, horário no qual eu sempre estava comendo (me alimentando) num canto isolado ou entre amigos, mas no dia eu estava sozinho; pois bem, ele veio e se sentou do meu lado, perguntou se eu podia acompanhá-lo até o banheiro. Claro que pensei que ele queria algo ali e agora e meu pau ficou duríssimo no ato, ele notou e sorriu meio envergonhado.
Fomos até lá. Assim que chegamos, eu segurei seu braço fino com firmeza e o virei de frente para mim, encaixando sua boca na minha. Percorri toda aquela boquinha quente com minha língua até senti-lo me empurrar.
-Meu irmão descobriu que a gente...
-O quê? – minha pergunta foi para tentar entender a situação, mesmo assim ele repetiu o que tinha dito.
-Meu irmão sabe que a gente transou. Não sei como ele descobriu, mas acho que aquele dia na sua casa ele deve ter me visto entrar na sua casa e espiado pela janela ou... ah, eu não sei. Mas agora ele tá dizendo que vai falar pro meu pai.
-Dá um jeito, bate naquele pirralho! – Sim o irmão de JD era mais novo, tinha doze anos e estava atormentando o irmão dele.
-Acho que vamos ter que parar com isso. Antes que mais alguém fique sabendo.
Ele saiu às pressas do banheiro e me deixou ali, de pau duro e bastante preocupado. Se Saulinho abrisse a boca todo o pessoal ia ficar sabendo, já não bastava todos os que estavam na white party? Naquele dia, voltei pra casa disposto a resolver esse problema de um jeito ou de outro.
Saulinho era moleque e passava a tarde toda brincando na rua com os outros meninos. Naquela tarde, ainda, eu fui até a rua debaixo e o vi. Chamei-o e ele pediu para esperar. Quando os outros garotos foram para suas casas, ele veio. Disse que precisava conversar com ele e o olhar sarcástico com o qual ele me fitou dizia que ele sabia o teor da conversa.
-Eu sei o que você e o meu irmão tão fazendo. – Já em minha casa, ele foi categórico.
-E como é que você sabe?
-Meu irmão é trouxa. Ele escreve tudo num caderninho e deixa debaixo do colchão. Ele dá o cu e gosta.
-Hum – disse eu – garanto que até você ia gostar, se fosse com você.
-Duvido...
Ele não terminou de falar, pois eu levei a mão por baixo do calção de futebol que ele estava usando e apertei a biloquinha dele, por cima da cuequinha, que endureceu na hora. Como ele interrompeu o que ia falar, talvez pela surpresa, não perdi tempo, puxei o calção e olhei para aquele pauzinho, bonitinho e durinho que ficava pulsando em cima daquele saquinho que não tinha um pelo sequer, totalmente lisinho. Não agüentei e levei a boca direto no pauzinho dele e comecei a chupá-lo. Tinha cerca de quatorze centímetros e era fino pela pouca idade do garoto, mesmo assim eu segurava e afagava o pinto dele dentro da boca com a língua, que não parava de dançar em volta dele.
Tirei a boca e olhei para ele, sentado em minha cama de olhos fechados, até que ele abriu e me disse:
-Faz de novo.
-Se você fizer em mim.
Fiquei de pé e coloquei a pica durinha para fora. Vi que ele estava receoso, mas segurou meu pau com a mãozinha pequena e fria a qual quase não conseguia fechar quando o pegou; aos poucos foi chegando perto. Primeiramente deu uma chupadinha na cabeça, depois lambeu o corpo e parou para tirar um pelo da língua. Eu disse que aquilo era normal, que quando ele ficasse maior e tivesse uma pica grande como a minha ele ia fazer a mesma coisa com os amiguinhos dele, isso era normal na nossa idade, então ele colocou a boca aos pouquinhos e eu fui empurrando devagar para dentro segurando a cabeça dele até sentir a garganta do guri. Ele engasgou. Pedi para que ficasse de pé, ele ficou e se abaixou voltando a chupar minha rola que eu insistia em levar até a garganta dele e todas as vezes via que ele ficava com ânsia e parava. Nem sequer chegávamos na metade.
Naquela posição eu baixei o calção dele que caiu pelas perninhas finas até o chão. Vi aquela bundinha linda, lisa, até dei um tapinha enquanto ele chupava meu pau. Imaginei como deveria ser gostoso aquele cu virgenzinho escorregando no meu pau.
-Dá pra mim, Saulinho?
-Não, vai doer. – ele tirou meu pau da boca só pra falar isso com a saliva escorrendo pelo canto dela.
-Vai só um pouquinho, mas depois passa. Não vê seu irmão, ele disse que doeu?
-Ele disse que doeu pra caramba, mas que depois ficou bom.
-Então. Eu coloco, depois se doer, você fala e eu tiro. – ele me olhou desconfiado, mas eu já estava ganhando aquele cabacinho pra mim – Se você der pra mim, depois eu te chupo, você nem precisa, eu vou só te chupar. – De algum modo eu sabia que essa conversa iria ganhar ele e ganhou.
Ele se virou e se deitou na minha cama de bruços. Pedi para que abrisse a bundinha pra que eu visse o cuzinho dele e ele o fez. Era perfeitinho e pequenininho, do melhor jeito que podia ser. Cuspi na portinha e massageei com o dedo, ia enfiando e tirando aos poucos até enfiar tudo, para deixar a entrada mais larga e menos dolorida para o menino. Ele ia gemendo baixinho e eu sentia as contrações do cuzinho dele no meu dedo e isso me deixava mais louco ainda. Cuspi na mão e lubrifiquei a cabeça do meu pau e me preparei para comer aquele amiguinho.
Deitei-me por cima dele, encaixei o pau no reguinho quente dele e forcei a entrada. Saulinho fez uma cara de dor e tentou me empurrar com as mãos, no entanto não disse nada.
-Calma, relaxa, se não dói mesmo... isso relaxa, mais um pouquinho, não aperta na entrada não. – a cabeça deslizou para dentro e eu parei, para fazê-lo sentir meu pau e eu ia sussurrando as palavras de comando para acalmá-lo e fazê-lo se esquecer da dor. Por um momento ele tentou desistir da empreitada, mas, ao mesmo tempo, não queria dizer e parecer fraco, então mexi com o ego do garoto – deixa aí um pouquinho que você se acostuma. Essa dor é coisa de homem. Seu irmão agüentou e foi muito tempo, será que você é mais fraco que ele.
Então ele mordeu os lábios e agarrou o lençol apertando entre os dedos e forçando. Senti o cuzinho fechando e apertando a cabeça do meu pau. Amei isso e pedi para que relaxasse, mesmo assim ainda era uma entrada muito estreita para o meu pau de dez centímetros de circunferência. Fui atolando cada vez mais e mais, mas em certo momento ele pediu para parar. Eu nem cheguei a encostar na bundinha dele, mas senti que realmente não dava para passar dali.
-Tá doendo demais, não dá mais não.
-Quer chupar então?
Sentei-me na cama, ele ficou de joelhos e mais uma vez começou a me chupar e mais uma vez eu invadi a garganta dele, segurava sua nuca e o deixava de dois a cinco segundos sem respirar, quando via que ele estava com ânsia, retirava a pau. Foram mais ou menos umas oito vezes, até que na última delas eu o segurei e meu pau começou a pulsar mais forte. Gozei um jato quente direto na garganta dele e ele ficou engasgado, retirou na hora, mas como ainda estava com ele dentro da boca, levou mais dois jatos quentíssimos de porra: um sobre a língua e outro no meio da cara do lado de fora.
Ele perguntou o que era aquilo e, claro que eu disse que era a minha gala: a confirmação de que ele poderia vir outro dia para que eu o chupasse até aquilo sair do pau dele também. Engoliu o que estava na boca (confesso que achei nojento, mas ele adorou) e limpou no meu cobertor o que estava escorrendo pelo rosto. Não pude deixar de ver que ele estava animado pra voltar e gozar comigo outra vez.
Assim que o moleque saiu da minha casa, liguei para JP e disse que o irmão dele não ia contar nada pro pai deles, eu tinha certeza de que não iria.

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sábado, 12 de novembro de 2011

Uma Withe party com a rola na bunda


Como notaram, moro em uma cidade do interior. Bem, se não notaram... eu moro em uma cidade do interior, não chega a trinta mil habitantes. É uma cidadezinha onde todos sabem da vida de todos, portanto eu evitava transar com qualquer um, em qualquer lugar, pois logo era um motivo de ser falado na cidade toda. No entanto, as três pessoas com quem mantive relações sexuais até então, eram muito reservadas e me ofereciam certa segurança, no entanto a notícia vazou, de algum modo, alguém soube e toda a comunidade gay, e somente ela, de minha cidade já me conhecia e sabia de meus talentos naturais em cima de uma cama.
Estávamos em junho quando recebi um e-mail me convidando para uma White party que iria acontecer num sábado. Não era preciso ser gay para saber o que acontecia em uma festa assim, ainda mais quando os convites vinham para pessoas seletas, assim como foi o caso. O convite pedia para que eu respondesse antes da quinta-feira para que a lista de convidados pudesse ser preparada – só se entra nessas festas quem tem nome na lista – e eu pensei bastante antes de confirmar minha presença. Além do mais, se desistisse, era só não aparecer.
Durante a semana, trabalhei para o meu pai para ganhar um extra e poder comprar meu traje para a festa. Devia estar de branco. Investi em uma bata solta, com uma calça capri e chinelo de dedo – não sou obrigado a fazer propaganda pra ninguém, não é mesmo? –. A vendedora ainda me deu um assovio quando saí do provador, no entanto, que pena, aquilo não era para ela.
Era sábado e a festa estava acontecendo em uma chácara próxima à cidade. A porta do lugar estava lotada de pessoas que ficavam boquiabertas quando me viam. Parece que esperavam qualquer um, menos eu, o filho de uma pessoa muito respeitada na cidade. Ainda bem que não havia somente gays dali, mas de diversas partes da região, ouso falar do país, muitos gatos.
Não sou do tipo que fica na porta da festa esperando para ver se lota, fui logo chegando até o segurança que tinha a prancheta na mão e confirmando meu nome. Não importava mesmo se eu era ou não menor de idade, fui logo entrando.
Assim que entrei identifiquei um dos garçons. Já o tinha visto várias vezes na rua e seu corpo sempre me chamou a atenção, mas uma dúvida me veio na cabeça:
-Será que ele curte, ou está aqui só pra servir?
Como o máximo que podia conseguir dele era um não, arrisquei-me e pus a prova meu instinto de caçador, já aguçado aos quinze anos.
-Você teria um lugar pra gente poder conversar mais à vontade? – a música realmente estava alta, mas eu não queria mesmo saber de conversar.
-E você não é muito novo pra estar aqui, não? – ele foi ríspido, mas eu gostei, ficou mais atraente. Pelo menos ele não disse não.
-O que importa a minha idade? O que eu quero não é beber, mas pegar alguém de jeito e pode ser você. É só arrumar um lugar.
Ser direto parecia ser o melhor jeito de conversar naquele lugar. E deu certo. Como a festa estava acontecendo em um casarão, não foi difícil ele encontrar um lugar calmo lá dentro.
-Tá certo, o que você tem pra mim? – vi em seus olhos a sede de levar uma boa rolada.
Meu pau quase explodiu quando eu ouvi aquilo. Aquele carinha que eu cobiçava na rua e não podia arriscar a dizer nada, estava ali na minha frente, dentro de um cômodo que parecia um escritório – pela mesa, sofá e cadeiras postas adiante – perguntando o que eu tinha pra ele? Fiz questão de colocar a vara para fora, que mais parecia um cabo de vassoura de tão firme, para que ele olhasse. Ele não disse uma palavra, me puxou pela bata e me abraçou forte, colocou a mão em minha nuca e trazendo minha cabeça até seu encontro, nos beijamos como dois gatos selvagens, com direito a dança de línguas e mordiscadas nos lábios.
Não quis saber de mais nada. Tirei o colete preto que ele usava, depois a camisa social branca e coloquei à mostra aquele peitoral firme e desenvolvido que ele possuía e me coloquei a chupar seus mamilos. Ele tinha muita sensibilidade naquele lugar, pois sentia que a cada vez que eu passava a língua, ele me apertava mais e pulsava seu pau por dentro da calça que usava.
Ele também arrancou minha bata e começou a me lamber e eu delirava quando a língua dele passava pelas minhas costelas e se desviavam para minha barriga, passando pelo umbigo. Aproveitando que ele estava próximo, forcei um desvio para meu pau e fui prontamente atendido. Ele me boqueteava como se estivesse chupando um pirulito e por duas vezes eu tentei tirar o cacete da boca dele, mas ele forçava para se manter lá, até que não resisti e gozei. Ele encheu a boca de porra, depois cuspiu ela.
-Vamos, tenho que trabalhar agora.
Meu pau ainda estava pulsando de tesão, então fiz algo que nunca tinha imaginado fazer: o joguei sobre a mesa, arranquei sua calça e fiquei olhando para aquela bunda lisinha que esperava por um cacete duro e grosso que o fizesse gemer como uma putinha. Eu o fiz naquela noite.
-O que é que você ta fazendo cara? – ele perguntou, mas logo o fiz calar com minha língua a qual introduzi toda naquele cuzinho quentinho. A propósito, ele começou a gemer e a tremer as pernas a cada vez que eu lambia aquele buraquinho.
Meu pau estava completamente duro e ele estava lá de rabinho erguido pra mim. O que eu fiz? Meti, claro.
Sem nenhuma pena. Coloquei a cabeça do pau na caverninha dele, já toda lubrificada depois da passagem da minha língua, e enfiei de uma vez. Ele gritou no começo, mas logo parou porque comecei a bombar forte e rapidamente; e ele começou a ficar mais relaxado, também.
Eu o agarrava pela bunda e o arranhava todo puxando aquela bunda de encontro ao meu cacete já todo enterrado nele. A dor do início deu lugar a gemidos de prazer a cada vez que meu pau saía e entrava de uma vez. Retirei e ele pôde respirar um pouco. Subi na mesa na qual o tinha jogado e o coloquei de lado, uma de suas pernas veio para cima do meu ombro e a outra ficou entre as minhas enquanto eu permanecia de joelhos, naquela posição me mantive privilegiado, pois pude ver com clareza, mesmo com pouca luz, a entrada que chamava pelo meu pau enquanto piscava. Mais uma vez me encaixei nele e só então pude ver a feição de dor em seu rosto enquanto meu pau entrava, mesmo que a lubrificação estivesse pouca, ele já estava largo depois de tantas metidas.
Comecei a meter de novo, forte como antes, mas um pouco mais rápido e a cada segundo sentia que aquele macho era só meu e de mais ninguém e que ninguém nunca iria enterrar o pau naquela bunda como eu estava fazendo. Durante meia hora eu meti naquele cuzinho e observava com prazer a mistura de dor e prazer que se fazia na cara dele. Todo esse entusiasmo me fez gozar de novo. Gozei menos que da primeira vez, mas ainda assim foi muito.
Por um tempinho me mantive dentro dele. Ele desceu a perna e fiquei encaixado nele, mas deitado sobre seu torso.
-Cara, você é novinho, mas mete muito.
-Faz tempo que eu te vejo na rua, mas nunca tive coragem de chegar em você. Sou tarado por ti, velho.
-Olha... confesso que nunca tinha te notado, até porque meu lance é uma pessoa mais velha.
-Tá arrependido?
-De modo algum. Dar pra você foi a melhor coisa que podia ter me acontecido essa noite.
Só então nos apresentamos, seu nome era Ricardo.
Retirei o pau de dentro e notei que estava escorrendo porra pelo cuzinho dele. Ele limpou como pôde e se vestiu.
Durante toda a festa, fui muito bem servido e todos notaram que eu não tinha recebido o meu convite à toa.
Até então, eu não sabia quem tinha me enviado aquele convite, mas logo eu iria descobrir.

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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Almoçando Táris

Meu celular tocou em um feriado, não me lembro exatamente qual era, mas sei que era um dia nada convencional. Eu não conhecia o número que me ligava, era um telefone fixo e quase todos os que estavam armazenados eram celulares – e da mesma operadora. Surpreendi-me quando ouvi a voz suave e levemente rouca do outro lado da linha, era Táris. Ele estava me convidando para um churrasquinho na casa dele.
De início, achei que fosse só mais uma manobra para que nos encontrássemos em sua casa – como o fato de ter baixado clips da minha banda favorita só pra me levar no papo e acabarmos nos boqueteando. O que eu não imaginava era que toda a turma do colégio estaria convidada, pois ele queria aproveitar que os pais estavam com seu irmão na chácara da família.
Não vou dizer que não me diverti vendo a algazarra, mas também não posso dizer que não senti uma pontinha de decepção por não haver acontecido o que eu imaginara. Nessa época, qualquer coisa que se passasse na minha cabeça, tinha algo sexual envolvido.
A piscina da casa dele estava cheia de adolescentes que se embebedavam com refrigerante, se lambuzavam com carne assada e cantavam pop-rock em vozes esganiçadas. Eu também estava no meio, de calção, claro, pois morria de timidez. Saí da piscina e fui até a geladeira, que ficava dentro da casa, para pegar mais refrigerante quando me senti agarrado por trás: Táris havia me seguido, me abraçou, corria as mãos pelo meu corpo e agarrou meu pau por cima do calção que ficou duro no ato; dava pra sentir o cacete duro dele me cutucar a coxa, ainda mais com os movimentos que ele fazia com a cintura. A língua dele deslizou pela minha nuca e ele me mordeu na altura do pescoço.
-Cara, a galera vai ver!
-Vai nada. Ninguém tem coragem de entrar aqui dentro.
-E se alguém entrar?
-Quero que você fique até todos irem embora.
-Mas...
-Sem mais, tenho que te retribuir algo.
Naquele momento ele se ajoelhou, abaixou meu calção e rapidamente colocou a boca na ponta do meu pau e por duas vezes desceu até a base dele. Eu cheguei a sentir sua garganta e na segunda vez ele engasgou, mas pressionou meu pau com os lábios e sugou lentamente. Assim que terminou a demonstração, olhou-me com aqueles olhos castanhos-claros-maliciosos, subiu meu calção, levantou-se e saiu.
Por toda a festa eu fiquei excitado. Por algum tempo fiquei dentro da cozinha tomando refri, só depois tive coragem para sair; meu pau tava muito duro e eu tive que usar a cueca para disfarçar um pouco e acho que consegui.
A tarde foi chegando e lá pelas cinco horas o pessoal começou a se despedir. Era mais de seis quando todos foram, eu, é claro, fiquei.
Não arrumamos sequer um prato, pois assim que o último colega se foi, ele me pegou pela mão e me arrastou pelos fundos da casa, passando pela cozinha, depois pela copa e seguindo por um corredor ele me jogou sobre uma cama Box. Fechou a porta do quarto e se virou para mim.
Não tive tempo para pensar no que ele ia fazer, somente senti quando ele agarrou meu calção com as duas mãos e o arrancou em um movimento só. Meu caralho já tava completamente teso e a lubrificação natural já dava seu ar quando ele caiu de boca no cacete e o chupou por exatos quinze minutos. A boca dele descia deliciosamente até o saco, assim ficava por alguns segundos e, para me deixar louco, mexia a língua e me fazia senti-la nas bolas. Foi uma loucura, o boquete perfeito, até que ele acendeu meu instinto de predador.
Quando sua boca se afastou do meu cacete, para que pudesse respirar, eu o puxei pelo cabelo e o fiz deitar naquela cama. Ele queria fogo? Eu daria fogo a ele. Coloquei-me sobre ele desci com a língua pelas curvas das costas largas dele até que ela caísse dentro daquele cuzinho que ainda estava molhado da água da piscina. Na mesma hora ele gemeu e tentou se levantar com auxílio dos braços, mas com mais uma metida de língua e um empurrão com o braço direito, ele voltou a se deitar.
Aproveitei o momento para colocar um travesseiro sob ele, de modo que aquela bundinha linda e lisinha ficasse empinadinha pra mim. Não dei moleza, já encaixei a cabeça da minha rola e forcei a entrada. No começo foi difícil, mas logo ela começou a entrar, devagar e aos poucos. Táris gemia, no princípio ele não queria que eu o comesse, acho, mas logo ele já estava entregue. Eu mantive somente a cabeça enfiada até que os gemidos de dor cessassem, foi quando ele disse:
-Me come vai...
Não titubeei, enfiei tudo o que tinha pra colocar de uma vez só e mais uma vez ele gemeu de dor, mas dessa vez parecia estar um pouco mais acostumado. Ele abaixou a cabeça entre os braços, respirou e disse:
-Pode me fuder.
-Todinho?
-Todo.
-Seu cuzinho é todo meu?
-Todo seu, mete vai.
Enquanto conversávamos essas frases excitantes eu enfiava e tirava meu pau de dentro dele. A brincadeira de tirar até a base da cabeça e voltar todo pra dentro durou cerca de vinte minutos e a cada bombada ele mordia no lábio e suspirava. Para mim era a certeza de que eu estava fazendo meu menino feliz.
Chegou a hora de trocar de posição. Eu me sentei na cama e estiquei as pernas e agora quem controlaria a situação era ele. Aos poucos foi sentando na minha vara e voltando, tentando se acostumar novamente comigo dentro dele. Assim que se sentou e eu senti sua bunda no meu saco, comecei a meter novamente, mas estava difícil, ele era pesado, então ele abraçou minha cabeça e começou uma cavalgada de_li_ci_o_sa no meu cacete. Eu ia ao delírio a cada vez que ele batia a estava.
Agarrei seu pau e comecei uma punheta de leve, só para que ele endurecesse, pois estava em estado de meia vida. Naquele instante ele ficou duro e o senti pulsar uma, duas, três vezes e a porra quentíssima do meu garoto voou e me deixou completamente encharcado de leite. O jato foi tão forte que parte dele foi parar no canto da minha boca, cheguei a sentir seu gosto adocicado.
Eu também não estava longe, mas ele já tinha parado por conta da gozada, então pedi para que ele ficasse naquela posição mas que erguesse o corpo há alguns centímetros e não perdoei, fudi aquele cu como ainda não havia feito antes, agarrei-o pelas coxas e metia cada vez mais fundo e mais rápido. Ele sentia prazer, eu via na cara dele o quanto ele estava gostando. Foi aí que eu gozei, e gozei muito, mais do que tinha conseguido com JP ou até mesmo o Walace. Aquele cara me deixava com muito tesão. Quando retirei o pau de dentro dele, parte da porra veio para fora, foi quando ele teve noção do quanto eu tinha ficado tarado por ele.
Não chegamos a nos beijar, mas passou muito perto. Como não sabíamos quando os pais dele iriam chegar, tomamos banho e eu voltei para casa.
Apesar de tudo o que tinha acontecido. No outro dia nos tratamos superbem na aula e agimos como se nada tivesse acontecido, mas eu, ele e a cama tínhamos muita história pra contar daquele feriado.
Gostou? Então comente aqui embaixo, você me incentiva a contar mais casos de minha nada mole infância.