Seis e meia da manhã e eu me encontrava na porta do colégio em um barzinho – que não era bem um bar, já que não vendia bebidas alcoólicas – comendo um pão-de-queijo e tomando um café preto bem forte, do jeito que eu sempre gostei e sempre peço quando me sento para tomá-lo. Eu pensava na vida quando ouvi meu nome ser gritado por uma voz, a qual não me era estranha, mas confesso que não a reconheci de imediato. Olhei para os lados e não vi ninguém, então meus olhos foram cobertos por duas mãos grandes e alguém se encostou por trás de mim.Percebi que era uma mão masculina e que pelo jeito uma mão que me conhecia. Aproveitei o momento para deslizar meus dedos ao longo do braço do estranho até chegar ao cotovelo e fazê-los cair para o abdômen. Desci as mãos até a barra da camisa e levantei de leve para sentir a pele daquele cara.
-Ricardo. Acertei?
-Na mosca. – ele retirou as mãos.
Foi excitante ver que ele se lembrava, mesmo nunca tendo prestado atenção em mim antes – já eu sempre que o via passar pela rua ficava ouriçado.
-Você nunca mais me ligou, gato...
-Shhhh! – ele tinha dito isto alto – Ninguém sabe que eu fico com outros caras não! – permeei os olhos para os lados para ver se ninguém havia ouvido o que ele tinha dito. Ainda bem que não.
-Desculpa, é que você fez de um jeito que eu achei que... bom... deixa pra lá.
Eu nunca o tinha visto por aqueles lados, ele costumava passar na rua de cima da minha casa e eu sempre o acompanhava, pois costumava ir para a casa de um amigo jogar vídeo game que morava ali. Debaixo daquele sorriso ele me explicou que estava indo para o novo emprego e sorrindo ainda mais disse que estava adiantado para o primeiro dia.
Claro que entendi o que ele quis dizer. Paguei a conta e eu o acompanhei até um beco naquela mesma avenida onde ficava o colégio, lá havia um pequizeiro gigantesco e foi ali mesmo onde ele me abraçou e me jogou contra a árvore. Achei o máximo. Seus olhos se colocaram dentro dos meus e sua boca veio até o meu pescoço.
Lambia e mordia minha orelha enquanto seus braços percorriam minhas costas. Em contrapartida eu o segurava pela calça e esfregava meu cacete sobre o volume do pau dele, que também estava duro. Sua mão direita foi até meu pau, primeiro por cima do uniforme, depois por dentro, descendo pela cueca e segurando meu cacete forte e firmemente. Quando Ricardo retirou a mão, vimos que minha lubrificação já tinha excedido os limites e vazado.
Assim que ele levou a mão à boca e lambeu os dedos, senti um tesão muito forte e um arrepio gostoso percorreu meu corpo. Nesse momento foi como se outra pessoa tomasse conta de meu ser, ergui a cabeça, olhei para ele, agarrei-lhe pelos cabelos e forcei para que descesse a cabeça até o meu pau.
Ele entendeu o que eu pretendia, ficou de joelhos e assim que abriu a boca, meti tudo o que podia até sentir sua garganta. Eu já não respondia pelos meus atos, queria sentir a cabeça da minha rola se esfregar em sua garganta.
Fazia movimentos com a cintura de modo que meu cacete ia até o fundo da boca dele. Sem respirar, ele tentou tirar a boca, mas eu não deixei, enfiei tudo novamente e vi que ele estava na ânsia de vomitar, foi somente aí que retirei. Ele tossiu, respirou e cuspiu a saliva grossa ao chão.
-Você me mata assim cara.
Eu parecia não ter ouvido aquilo, pois puxei seus cabelos, coloquei-o de pé e o encostei na árvore com o peito virado para a madeira. Abaixei-lhe as calças e expus aquela bela bunda para as minhas vistas. Ele ergueu os braços como quem se rendia e se entregava; de certo modo foi o que aconteceu.
Enfiei meu cacete de uma vez no cuzinho gostoso daquele carinha que somente me olhou com os olhos semicerrados e abriu a boca na vontade de um beijo, o qual lhe dei sem pestanejar.
O tesão naquele moço, naquele corpo e naquele cu era tamanho que cada estocada estava para mim como a abertura de um novo caminho dentro dele e para ele certamente estava como uma tesoura que rasgava um corte de tecido.
Metia alucinadamente. Meu suor começou a descer pelo meu rosto, mesmo que estivesse frio. Parei por um segundo para levantar sua perna e me colocar de modo mais confortável por baixo dele – até porque ele era mais alto que eu – e poder meter um pouco mais. Meu pau já estava latejando e não estava longe de gozar. Usei a mão para abrir mais um pouco a bundinha dele e senti a viscosidade do sangue que saía do cuzinho de Ricardo.
Nem sei se doía, só sei que quando comecei a meter novamente, ele começou a gozar pelas pernas molhando a cueca que estava embolada logo acima dos joelhos. Vendo aquela cena comecei a gozar também. Abracei-o mais forte e gemia a cada vez que meu pau entrava e jorrava meu leite fervente dentro daquele cu.
-Nossa, foi incrível, você é muito gostoso cara.
-Assim eu vou acreditar. – ele me dizia ofegante virando a boca para me beijar.
-Acredita, eu comi, posso dizer que você é gostoso. – disse e beijei seus lábios grossos, enfiando minha língua em sua boca e dançando com ela por debaixo da dele.
Meu pau ainda estava dentro dele e eu conseguia sentir seu cuzinho pressionando e me fazendo gemer mais ainda. Eu não queria tirar, mas a flacidez do meu meninão o fez escapar de dentro da casinha quente.
Vestimos nossas roupas e mais uma vez nos beijamos antes de nos despedir. Afinal eu precisava ir para a aula e ele para o novo emprego dele.
Assim que ele estava longe, eu dei a volta no pequizeiro e dei de frente com Juliano, uma bixinha que costumava ser bullyingnada por todo o colégio. Ele tinha presenciado todo o ato e me olhava sorrindo.
Gostou?
Então comente aqui embaixo. Você me incentiva a continuar escrevendo esses casos inusitados de minha vida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário