quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Um sexo gostoso dentro da piscina do colégio



Walace foi embora. Eu nunca mais o vi. O tempo foi passando, cresci, não só em tamanho e mentalmente. Conheci vários outros meninos, mas nenhum deles seria para mim o que Walace tinha sido: meu primeiro namorado; mesmo que, na época, eu não soubesse o que estava acontecendo entre a gente.
Terminei o ensino fundamental e mudei para um colégio particular para cursar um ensino médio mais reforçado. Nesse lugar também conheci vários outros garotos que se tornaram grandes amigos, mas nenhum deles me chamava a atenção, aliás tinha um, mas essa história eu conto em outra oportunidade.
Esse novo colégio proporcionava aulas que eu nunca pensaria em ter no antigo: natação. Era uma maravilha chegar naquela piscina e cair na água logo de manhã e treinar durante duas horas, batidas de perna, braço e respiração. Aos quatorze anos, começava a definir meu corpo, apesar de magro, meus músculos iam se torneando e se definindo e eu, narcisista como só, ficava me admirando no espelho e observando como minha caixa toráxica tinha se avantajado.
Eu não era um garoto comum. Eu tinha um diferencial quanto aos outros alunos. Como nas aulas de natação era proibido o uso de qualquer outra sunga que não fosse a de uniforme, prescrita pelo colégio, todos tinham que usar o mesmo modelo de tecido fino que realçava algumas partes erógenas nossas, o que causava muitas brincadeiras no vestiário. Bem, eu morria de vergonha de usá-las pois aos quinze anos eu tinha um pau de quinze centímetros flácido o qual atingia os vinte se houvesse alguma brincadeira mais erótica - as quais não faltavam dentro de um vestiário masculino cheio de garotos com hormônios saltando pela pele - e isso me rendia alguns apelidos, que hoje me deixam orgulhoso, mas na época me faziam ficar vermelho como um pimentão maduro.
Pois bem, era preciso contar essa parte para que todos entendessem que durante dois anos eu treinei na piscina do colégio e me tornei um dos mais hábeis nadadores da turma. Rendi alguns troféus e medalhas para o colégio, que ficou com todos naturalmente.
Foi no terceiro ano que eu conheci JP (para evitar a indevida exposição de algumas pessoas, passarei a colocar somente as iniciais delas) um aluno do primeiro ano, moreno de um metro e sesseta e cinco dos olhos negros que tinha quatorze anos na ocasião. Ele me chamava bastante atenção pelos traços fortes e pelo jeito de conversar. Desde Walace, eu nunca tinha sentido uma atração tão forte por outro garoto. Claro, nos tornamos amigos. Mas foi na piscina, durante a natação, que tudo ficou claro para ambos.
JP era péssimo nadador e pecava nos movimentos mais simples, como o mergulho, por exemplo. Era a obrigação dos professores dar as aulas de natação para os novatos, no entanto quando as aulas eram juntas ficava monótono para nós ter que rever técnicas de natação básica, então foi proposto para que eu ensinasse meu novo amiguinho as técnicas básicas em horários alternativos. Aceitei de imediato.
No nosso primeiro dia, naquela mesma tarde após as aulas do turno vespertino, fomos para a piscina. Já no vestiário, notei uma leve alteração no volume do calção dele, no entanto procurei desviar os olhos para não deixá-lo constrangido: se eu quisesse algo, teria que ir com calma.
Antes de entrarmos na água, vi que ele olhava para o volume da minha sunga e como eu disse isso me deixava envergonhado, mas dessa vez não fiquei. Entramos e como primeira lição teria que ensiná-lo a boiar. Estiquei os braços para que ele se deitasse sobre eles dentro d'água e assim o fez. Foi aí que aproveitei para, com cuidado, passar a mão no pau dele sobre o tecido da sunga e automaticamente ele endureceu. Fiquei pasmo ao sentir, era quase do tamanho do meu, devia ter uns dezoito centímetros, mas fingi que não estava sentindo e ele fingiu que não estava excitado. Aquela aula de bóia durou muito mais do que deveria, claro: eu passava a mão sobre o pau dele e o sentia latejar em minha palma.
Passamos então para a segunda lição: respiração. Nessa ele deveria segurar com as duas mãos na borda da piscina, emergir e submergir, até que conseguisse um bom ritmo para a respiração. Posicionei-me por trás dele, sem a menor necessidade, para que ele fizesse o exercício dando a desculpa de que estaria lá caso ele se afogasse. Na primeira vez que ele submergiu, a bundinha dele desceu resvalando na minha coxa e isso me deixou com um puta tesão naquele garoto, fiquei de pau duro no ato e claro que ele percebeu. As próximas repetições foram mais demoradas e cada vez mais ele chegava a bunda para trás, tudo para sentir meu pau esfregando no reguinho dele.
Vi que aquele movimento estava ficando muito intenso e aos poucos, a cada mergulho que ele fazia, eu baixava um pouco a minha sunga ficando com o caralho todo de fora. A cabeça rosada ficou visível dentro da piscina e ele correspondeu, emergiu, respirou, ficou de frente para mim, olhou para baixo, de volta para mim, sorriu e segurou meu pau com força me arrastando para perto dele; ele retirou o piroca da sunga, totalmente dura e começou a esfregá-la na minha. Era um movimento que me deixou louco.
-Ainda vamos treinar respiração? - perguntou.
-Você precisa treinar mais. - respondi, imaginando o que ele pretendia.
Pois ele mais uma vez submergiu, mas dessa vez ficou lá embaixo e colocou meu pau na boca fazendo movimentos de introdução. Não sugava, pois dentro d'água era meio complicado, contudo passou a língua em toda a extensão do meu cacete, mordiscava a cabeça do meu pau e puxava de um modo tão gostoso que em menos de cinco minutos - depois de algumas vezes que ele subira para tomar ar - eu gozei como um louco dentro daquela piscina.
A ficha caiu e eu notei que estávamos a quase uma hora naquelas preliminares deliciosas e nosso tempo na piscina estava chegando ao fim, logo apareceria alguém.
Assim que ele subiu eu encerrei a aula e fomos para o vestiário.
Eu cheguei primeiro e já fui logo pro chuveiro, tirei a sunga para tirar o cloro e me encontrava completamente nu quando JP chegou por trás e me abraçou esfregando o cacete ainda duro em mim.
-Vai me deixar assim?
Meu pau endureceu que mais parecia uma tora. Ainda agarrado em mim ele desceu a mão no meu pau e começou a me punhetar. O pau dele latejava atrás de mim e me cutucava. Aquela situação era deliciosa.
-Você não vai lavar a sua sunga?
-Tira ela pra mim, pra eu lavar... - pediu-me com toda a malícia que tinha e eu, sabendo o que ele estava querendo, prontamente atendi.
Virei-me, ajoelhei no chão do vestiário e fui tirando a sunga dele aos poucos. O pau dele pulou quando conseguiu se libertar do tecido, eu o agarrei com a boca e o chupei deliciosamente. Eu queria de certo modo causar uma inveja na chupada que eu ganhei dentro da piscina retribuindo com linguadas e uma mamada rápida punhetando o garoto com meus lábios. Sentia o saco dele bater no meu queixo e isso em deixava mais louco; meu pau cada vez mais duro pedia algo a mais. Antes que acabasse, retirei a sunga dele e, ficando de pé, a entreguei.
-Nossa, que loucura. Eu nunca tinha feito algo parecido, nem sei o que deu em mim. - Até então eu nunca tinha ouvido essa frase, futuramente descobriria que ela é dita com mais frequencia do que se imagina.
Peguei o sabonete da minha mochila e comecei a me ensaboar enquanto punhetava JP. Ele virava os olhos e dizia que queria sentir o que eu tinha sentido dentro da piscina, que queria gozar também. E em um momento ímpar, o sabonete escorregou de minhas mãos e caiu perto de nós. Ele se abaixou para pegar e naquele momento eu vi aquele cuzinho lindo, lisinho e redondinho se abrir pra mim como quem convida para entrar e eu não resisti. Estava com o pau todo ensaboado, agarrei JP pelas pernas, segurei meu pau para colocá-lo na entradinha e comecei a enfiar. O sabão serviu de lubrificante e fez com que meu cacete entrasse todo de uma só vez. Ele até deu um pulo pra frente, mas graças ao tamanho pude conter o impulso do garoto e segurá-lo encostado em mim.
-Hum, doeu!
-Fica quietinho que logo passa.
-Mas tá ardendo...
-Vai passar.
E passou. Logo a feição de dor deu lugar ao mais puro prazer e foi aí que eu comecei a comê-lo de uma forma bem selvagem. Metia como quem queria furar uma parede, cada estocada que eu dava era um suspiro nele e um grunhido meu. Sentir meu pau dentro daquele rabinho apertado me fez lembrar meus tempos passados. Eu bombei cerca de vinte vezes até que vi que meu pau já tinha facilidade em percorrer o cuzinho dele, até ver que ele estava completamente relaxado.
Joguei-o ao chão e abri as pernas do garoto, enfiei a língua no cuzinho dele para uma lubrificação extra e mais uma vez coloquei meu pau de uma só vez dentro dele e arranquei mais um gemido de prazer. Vê-lo gemendo me dava mais tesão e comer aquela bundinha estava muito bom. Então me sentei no chão e pedi para que ele sentasse em cima do meu pau e ele atendeu, sentou, rebolou e agaixado, punhetava meu pau com o cu de modo frenético, parecia até que me queria para ser dele, até que não aguentei mais e me rendi mais uma vez ao gozo.
A pressão que a porra fez ao sair foi tão forte que, mesmo embaixo do chuveiro, JP sentiu-se invadido pelo meu leite quente e percebeu que eu tinha gozado dentro dele. Ele não disse uma palavra, somente ficou sentado no meu pau que não amolecia. Ele esticou as pernas e sorriu, trancou o cuzinho e eu senti a pressão no corpo do pau, foi quando agarrei a vara dele e comecei uma punheta bem gostosa pra ele.
Ele gemia durante a punheta como gemera durante a foda e ainda trancava o cuzinho como quem dizia: - Esse é meu macho! Eu ia estocando e fazendo com que ele quicasse sobre meu pau enquanto batia. Não demorou para que ele gozasse em cima de mim e ele gozava muito, foram cinco jorros de leite de mesma proporção e depois ficou babando na minha mão. Eu fiquei embebido em porra e aquele cheiro de sexo subiu no ar. Só então ele se levantou e aos poucos meu pau saiu de dentro dele todo melado também.
-Adorei, quando vamos fazer de novo? - vi que ele estava sem graça e com aquela sensação de remorso pós-foda.
-Quando você quiser. - disse com tom de segurança enquanto raspava com o dedo aquele litro de porra que ainda estava sobre mim.
-Então vai ser logo. - resumiu.
Depois disso nos enxugamos, nos vestimos e saímos de fininho pelo portão dos fundos do colégio, como dois amigos como se nada tivesse acontecido.
Nos encontramos mais vezes depois disso, mas isso é história para outro conto.

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