terça-feira, 25 de outubro de 2011
Walace vai embora
Quem acompanhou meu último conto, já sabe quem foi Walace e a importância que ele teve na minha iniciação sexual: eu era tímido, ele também, mas éramos muito curiosos quanto ao assunto e acabamos na casa dele transando muito e até tomando banho juntos. Tudo isso era muito interessante e excitante ao mesmo tempo, fazia-me sentir arrepios que nunca havia experimentado, e mais, as cócegas do fim - coisa de quem está gozando, mas ainda não fabrica porra - era a melhor parte de todo o ato. Assim que eu sentia, batia uma para ele só pra vê-lo puxar os pezinhos e esticar as pernas enquanto manuseava aquele pauzinho branquinho da cabeça rosada.
Mas tudo o que é bom, dura pouco, diz o velho ditado e aquele dia na escola, lembro bem que se tratava de uma sexta feira, Walace me disse - durante a aula mesmo, pois sentavamo-nos emparelhados, éramos namorados mesmo, só não desconfiávamos disso ainda - que seus pais estariam de mudança para uma cidadezinha que ficava há trezentos quilômetros, mais ou menos dali. No começo eu parecia não ligar muito para o que ele disse, mas depois que a ficha caiu, confesso que tive vontade de chorar, no entanto homem não chora.
Na hora do recreio eu me aproximei dele, sentado no banquinho de cimento do pátio, com a lancheira no colo, ele estava com um calção azul (uniforme), meias brancas nas canelas e tennis preto, uma visão linda de um colegial. Ele me olhou e arregalou os olhos devido nossa proximidade, nunca tinha sido assim, não durante o período em que estávamos na escola. Eu sorri e com a mão direita totalmente descontrolada, fui escorregando os dedos por sua coxa - atento para ver se ninguém notava o que eu estava fazendo - e apertei de leve as bolinhas dele por cima da cuequinha de algodão que estava usando. Mesmo com medo, senti que ele tinha ficado com o pau durinho:
-Tô afim daquilo agora.
-Agora?
-É, quer? - eu esfregava e passava o dedo ao longo dos doze centímetros duro dele.
O meu pau já estava duríssimo dentro do calção e o fato de eu estar sem cueca o fez ficar mais assustado com a situação e com o fato de alguém nos ver. Eu mesmo não estava nem aí pro fato, afinal de contas meu namoradinho estava pra me deixar e eu tinha que fazê-lo sentir que eu era e sempre seria seu macho (ou melhor, machinho).
-Mas não tem lugar...
Eu sabia que sim e já tinha planejado tudo. O pátio sul da escola era em terra batida e havia uma casinha para guardar material na dobra da tela que cercava o lugar. Não poderíamos fazer nada detras da casinha, mas naqueles dias a porta estava aberta por causa de um arrombamento feito pelos próprios alunos, acho. o fato é que ninguém nos encontraria ali. Ele concordou no ato. Eu fui para lá enquanto ele dava uma passada na sala para deixar a lancheira.
Confesso que ele demorou um pouquinho, mas quando ouvi o barulho da porta se abrindo já estava de pau duro na mão em meio a uma punheta de preparação. Ele fechou a porta e mesmo assim conseguiua ver seu rosto, pois as frestas da janela lateral e das telhas eternit deixavam o lugar claro.
-Ele estava te esperando...
Claro que me referia ao meu pau e minha feição ao olhar para ele não me deixava mentir.
Walace não perdeu tempo e ajoelhando-se colocou a boca em volta do meu pau e chupou freneticamente. Ele nunca tinha me chupado daquele jeito, mas pudera, ele estava se despedindo de mim e estava usando a boca para dizer algo mais que um simples tchau.
Foram cerca de cinco minutos de um sobe e desce de lábios, lambidas na cabeça da minha pica e uma mordidinha de leve que me deixaram quase explodindo de tesão. Meu pau pulsava na boca dele enquanto ele mamava e o modo como empinava a bundinha me deixava alcançar o cuzinho lisinho dele que eu penetrava com o indicador molhado de saliva que ele mesmo fez questão de molhar. Eu enfiava o dedo e quanto mais entrava, mais força ele colocava na boca apertando a base do meu pau e eu ia à loucura com isso.
-Não aguento mais, coloca ele em mim?
-Quando você quiser.
Ele empinou a bundinha de frente pra mim nesse momento e me lembro disso até hoje como se tivesse acabado de acontecer, até porque senti que meu pau tinha começado a babar, mas achei que fosse por causa da chupada dele e não liguei. Molhei o cuzinho dele com saliva e enfiei o dedo que usei para lubrificar de uma vez. A passagem estava liberada. Então abaixei a bundinha dele e coloquei a cabecinha do meu pau devagarinho e quando ela estava toda dentro, enfiei de uma vez. Isso arrancou um gemido alto de Walace, apesar de estar preocupado em tê-lo machucado, vi que ele apertava o cuzinho pedindo para que eu socasse. E foi o que eu fiz. Estocava mais e mais sentindo o cuzinho dele apertar minha piroquinha cada vez que eu metia. Ele me agarrava pelas pernas e me puxava de encontro à sua bundinha e isso me fazia delirar, me fazia sentir querido, era como se ele quisesse que eu fizesse parte dele.
Tudo estaria bom e continuaria bom se não fosse a sirene dizendo que o recreio havia acabado. O nosso recreio também tinha, pois esse sinal nos fez perceber que passamos muito tempo longe das vistas de todos, mas eu estava bem e dentro dele.
-Vamos bater uma e voltar. - Ele surgeriu.
-Como quiser.
Então ele retirou meu pau de dentro do cuzinho e se abaixou mais uma vez para chupá-lo. Caro leitor, como é bom quando alguém retira o seu pau de dentro do cu e chupa, é algo muito bom. Ele ia chupando e batendo ao mesmo tempo e isso foi ficando muito bom e incrivelmente excitante. Meu pau latejava até que eu vi que ia chegar ao fim, eu ia sentir aquela cócega que ardia e terminar com tudo, mas foi diferente. Notei que meu orgásmo - embora na época nem soubesse o que isso significava - veio mais intenso e suave e comecei a gozar na boca do Walace, foi fantástico. Ele sentiu também, era porra mesmo, quentinha, novinha e, segundo ele, docinha, mas ele não engoliu, cuspiu fora e depois disso me beijou. Na boca. Eu estava atônito e achei estranho, mesmo assim deixei que acontecesse.
Nem cheguei a bater uma pra ele, como fazia de costume. Ele sorriu, se vestiu, limpou a boca, me beijou mais uma vez e disse que estaríamos juntos pra sempre depois daquilo.
Não preciso dizer que na segunda-feira ele não apareceu na escola.
Ainda me lembro com muito carinho dele e espero que um dia volte a vê-lo.
A partir daqui, minha vida ficou um pouco menos sentimental. Espero que tenham gostado, pois ainda há muito que contar da minha vida.
Gostou?
Comente aqui embaixo. Você me incentiva a continuar contando esses fatos inusitados e invevitáveis de minha vida.
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