quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Chorou com meu pau dentro dele


Três dias eu passei atormentado por bilhetinhos escritos em papelotes arrancados de cadernos e dobrados colocados me minha mochila. Era fato, Juliano tinha me flagrado por detrás do pequizeiro com Ricardo e agora estava agindo igual ao Saulinho, irmão mais novo de JP, me chantageando.
Entre todos os bilhetinhos que recebi, estavam os seguintes:
“Ah, se fosse eu ali detrás daquela árvore, você não tinha aparecido na aula” – como se Ricardo não tivesse me dado uma canseira e eu não tivesse dormido durante a última aula.
“Meu cuzinho tá piscando de vontade de dar para você” – isso era por qualquer macho do colégio e ele não fazia questão de esconder que queria mesmo dar para qualquer um que quisesse comê-lo.
“Me come hoje, eu te pago um almoço” – com o português maravilhoso, essa foi ousada. Eu devia parecer um garoto de programa?
“Hoje eu passei o dia pensando em você e naquela cena. Bati várias punhetas para você, mas eu quero mesmo é sentir o seu pau” – essa foi a pior, já não bastava ficar me escrevendo tais coisas correndo o risco de alguém vê-lo colocar na minha mochila, ainda teve a audácia de dizer que se masturbava pensando em mim.
Bem, não é que ele fosse feio ou coisa assim, nada disso; ele era bonitinho, dava até para engatar um namoro com ele, se fosse o caso: cabelos curtos, lisos, olhos profundos e negros, uma boca carnuda e uma pele branquinha e sedosa, perto dele eu era feio. O que me incomodava era a chantagem, dizia nos bilhetes que iria espalhar meu segredo a toda a cidade se eu não ficasse com ele. Isso me enojava. No entanto, eu me mantinha calmo e pensava no que fazer... se tinha dado certo com Saulinho, eu ia usar a mesma tática com Juliano.
Era uma noite de fim de semana, não me lembro do dia, mas lembro que não tinha lua e o céu estava completamente sem nuvens. Saí de casa na calada da noite, pisando na ponta dos pés para não acordar meus pais. Andei na noite como um garoto de programa, estava com uma camisa branca que era do meu irmão mais novo, menor que o de costume expunha cada forma do meu corpo. Cheguei debaixo de uma sacada em um sobrado de classe média alta que ficava na rua principal da cidade, peguei uma pedra e subi até o andar superior me segurando em dois canos que ficavam pelo lado de fora da parede. Acho que vinham da calha. Quando cheguei, comecei a bater no vidro com a pedra. A luz foi acesa e a janela se abriu. Juliano estava ali, seminu, somente de cuequinha de algodão, parado e me olhando com cara de espanto.
-O que é que você está fazendo aqui?
-Vai me deixar aqui?
Nem precisei falar de novo. Ele me agarrou pelos braços e me puxou para dentro, fechando a janela assim que eu entrei. Os olhos negros dele me olhavam profundamente, tão meigos e tão pedintes que cheguei a sentir compaixão dele.
-O que é que você veio...
-Cala a boca! – fui bastante seco. Inclusive levei a mão e vedei sua boca.
A pele dele era mais macia do que aparentava e seus lábios se equiparavam à ela, pude sentir na palma da mão. Senti meu pau endurecer naquele momento e pude notar, através da cueca dele, que ele também estava excitado com a cena: nós dois sentados no chão enquanto eu estava com a mão em sua boca impedindo-o de dizer qualquer coisa.
Quando me lembrei da raiva que ele vinha me passando na semana toda, simplesmente me levantei, abaixei o calção, depois a cueca e com o pau ainda duro comecei a dar na cara dele a surra de cacete que ele merecia. Ele fechou os olhos e começou a desfrutar do momento. E eu, com a rola dura, batia forte na cara do moleque, que apesar de ter seus treze ou quatorze anos, sabia como fazer uma cara de putinha que me excitava. Confesso que algumas pancadas chegavam a fazer a cabeça do meu pau doer.
Depois de dez ou onze pancadas vi que as bochechas dele estavam vermelhas e a boquinha dele estava preparada para receber meu cacete e de imediato enfiei todo nela, nem sequer esperei que ele se preparasse para deixá-la entrar, tanto é que senti quando seus dentes se esfregaram na base do meu pau. E antes que ele pudesse se encaixar a boca, já enfiei a primeira vez. Senti chegar até à garganta e quase causei vômito nele, então tirei, mas logo coloquei de novo, mas desta vez, deixei lá dentro. Ele fechou a boca em volta do meu cacete e dava pequenas mordiscadas ao mesmo tempo em que passava a língua na cabeça por dentro. Isso me deixou louco de tesão, contudo não tirou meu foco do porquê de eu ter ido até lá.
-Mama esse caralho, vai. Mostra o que você sabe fazer viadinho! – concordo que foi muito pejorativo, mas ambos nos excitamos quando eu o disse.
Ele começou a fazer movimentos de vaivém com a boca. Eu me sentei na cama dele e ele ficou de pé, mas com o corpo encurvado. Aproveitei-me para tirar a cuequinha que ele usava. A piroquinha dele devia ter uns doze centímetros e não oferecia medo a ninguém, contudo não era a rolinha dele que me interessava. Botei o dedo na boca dele e ele chupou com a mesma intensidade que chupava meu pau. Com o dedo molhado, fui até o cuzinho dele e enfiei de uma vez.
Ele ainda estava com meu pau na boca quando suspirou profundamente e apertou o cuzinho de tal maneira que quase quebrou meu dedo, foi então que constatei: ele era virgem. Senti ainda mais tesão, dessa vez misturado com orgulho e satisfação pela vingança.
Arranquei a cabeça dele do meu pau com dificuldade, pois ele não queria parar de mamá-lo. Levantei-me, o joguei na cama, o virei de bruços e com o auxílio do lençol amarrei seus braços e pernas na cabeceira e nos pés da cama. Ele estava imobilizado.
Ao me levantar, segurei firme o pau pela base e comecei a balançá-lo evidenciando pelo menos quinze dos vinte centímetros na frente dele. Vi quando ele olhou assustado.
-Vai com calma que eu nunca...
-Com calma o caralho! Você não queria rola?
Passei as pernas por cima dele de modo que o encaixei entre elas, fiquei de joelhos para que meu pau ficasse de rumo àquela bundinha. Eu a abri e cuspi dentro do cuzinho cabacinho dele que em alguns movimentos de abre e fecha sugou toda a saliva. Achei ótimo, pois já ia lubrificar a minha entrada.
Posicionei meu cacete na entradinha e já comecei a enfiar, devagar e sem parar. Centímetro a centímetro ele foi sendo forçado para dentro contra a vontade do dono que relutava em deixá-lo de fora, ou simplesmente não relaxava para que ele entrasse de uma vez.
-Para um pouco, tá doendo.
-Cala essa boca. Você queria que eu te comesse e agora eu vou te comer. Nem que você sangre todinho eu não vou parar de meter em você!
Meu pau escorregou para dentro e minha barriga encostou nas costas do garoto que não tinha como me impedir de fazer o que eu quisesse com aquele lombinho dele. Então comecei a meter forte, fazendo muita pressão, sem piedade. Ele começou a chorar de dor e logo notei que ele estava sangrando, mas não me importei. Ele queria dar para mim e me chantageou, era só nisso que eu pensava.
Meti por uns quinze minutos até que senti o cuzinho dele se alargar para a entrada do meu pau. Então retirei todo e assim que saiu, todo melado de sangue, enfiei todo novamente e me deitei sobre ele. As lágrimas rolavam pelo seu rosto, mas sua feição já tinha mudado. Parece que o sangue havia se aquecido e ele já não estava mais sentindo dor e sim muito prazer naquela penetração. Abracei seu corpo e agora já não mais me afastava, somente fazia movimentos com o quadril.
Meu pau começou a latejar dentro dele e senti que eu ia gozar. Então retirei e terminei com uma punhetinha sobre suas costas. Ele ganhou um banho de leite. Foram quatro jatos fortíssimos e mais dois que tive que jogar para fora mais fracos, mesmo assim, suas costas ficaram completamente cobertas com aquela gala grossa. Enquanto ela escorria e se derramava em sua cama ele respirava forte juntamente comigo e eu pingava de suor.
-E aí – eu estava ofegante – vai contar pros outros do que eu gosto?
-E entregar meu ouro assim? A gente vai fazer isso de novo?
-Quem sabe...
-Você e o Ricardo são namorados? – essa realmente me surpreendeu. Eu estava sentado sobre a bundinha dele, dando tapinhas e retirando o excesso de porra de dentro do pau quando ouvi a pergunta. Pelo jeito ele conhecia o Ricardo e depois ouvir a palavra namorado foi meio estranho para mim.
-Não.
-Ele é o único com quem você transa?
-Não, agora tem você também. Minha mulherzinha.
-Hum, fala de novo...
-Minha mulherzinha.
Ficamos nesse papinho mole por mais algum tempo, até ele se levantar para tomar banho. Eu aproveitei a ocasião para cair fora. Fizemos muito barulho e ele ainda chorou como uma menininha.
Cheguei em casa morto, mas lembrando de chamá-lo de mulherzinha, fiquei excitado e acabei a noite pensando em todos os meus casos e batendo uma punheta maravilhosa e gozando muito ainda.

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sábado, 28 de janeiro de 2012

Uma rapidinha antes da aula

Seis e meia da manhã e eu me encontrava na porta do colégio em um barzinho – que não era bem um bar, já que não vendia bebidas alcoólicas – comendo um pão-de-queijo e tomando um café preto bem forte, do jeito que eu sempre gostei e sempre peço quando me sento para tomá-lo. Eu pensava na vida quando ouvi meu nome ser gritado por uma voz, a qual não me era estranha, mas confesso que não a reconheci de imediato. Olhei para os lados e não vi ninguém, então meus olhos foram cobertos por duas mãos grandes e alguém se encostou por trás de mim.
Percebi que era uma mão masculina e que pelo jeito uma mão que me conhecia. Aproveitei o momento para deslizar meus dedos ao longo do braço do estranho até chegar ao cotovelo e fazê-los cair para o abdômen. Desci as mãos até a barra da camisa e levantei de leve para sentir a pele daquele cara.
-Ricardo. Acertei?
-Na mosca. – ele retirou as mãos.
Foi excitante ver que ele se lembrava, mesmo nunca tendo prestado atenção em mim antes – já eu sempre que o via passar pela rua ficava ouriçado.
-Você nunca mais me ligou, gato...
-Shhhh! – ele tinha dito isto alto – Ninguém sabe que eu fico com outros caras não! – permeei os olhos para os lados para ver se ninguém havia ouvido o que ele tinha dito. Ainda bem que não.
-Desculpa, é que você fez de um jeito que eu achei que... bom... deixa pra lá.
Eu nunca o tinha visto por aqueles lados, ele costumava passar na rua de cima da minha casa e eu sempre o acompanhava, pois costumava ir para a casa de um amigo jogar vídeo game que morava ali. Debaixo daquele sorriso ele me explicou que estava indo para o novo emprego e sorrindo ainda mais disse que estava adiantado para o primeiro dia.
Claro que entendi o que ele quis dizer. Paguei a conta e eu o acompanhei até um beco naquela mesma avenida onde ficava o colégio, lá havia um pequizeiro gigantesco e foi ali mesmo onde ele me abraçou e me jogou contra a árvore. Achei o máximo. Seus olhos se colocaram dentro dos meus e sua boca veio até o meu pescoço.
Lambia e mordia minha orelha enquanto seus braços percorriam minhas costas. Em contrapartida eu o segurava pela calça e esfregava meu cacete sobre o volume do pau dele, que também estava duro. Sua mão direita foi até meu pau, primeiro por cima do uniforme, depois por dentro, descendo pela cueca e segurando meu cacete forte e firmemente. Quando Ricardo retirou a mão, vimos que minha lubrificação já tinha excedido os limites e vazado.
Assim que ele levou a mão à boca e lambeu os dedos, senti um tesão muito forte e um arrepio gostoso percorreu meu corpo. Nesse momento foi como se outra pessoa tomasse conta de meu ser, ergui a cabeça, olhei para ele, agarrei-lhe pelos cabelos e forcei para que descesse a cabeça até o meu pau.
Ele entendeu o que eu pretendia, ficou de joelhos e assim que abriu a boca, meti tudo o que podia até sentir sua garganta. Eu já não respondia pelos meus atos, queria sentir a cabeça da minha rola se esfregar em sua garganta.
Fazia movimentos com a cintura de modo que meu cacete ia até o fundo da boca dele. Sem respirar, ele tentou tirar a boca, mas eu não deixei, enfiei tudo novamente e vi que ele estava na ânsia de vomitar, foi somente aí que retirei. Ele tossiu, respirou e cuspiu a saliva grossa ao chão.
-Você me mata assim cara.
Eu parecia não ter ouvido aquilo, pois puxei seus cabelos, coloquei-o de pé e o encostei na árvore com o peito virado para a madeira. Abaixei-lhe as calças e expus aquela bela bunda para as minhas vistas. Ele ergueu os braços como quem se rendia e se entregava; de certo modo foi o que aconteceu.
Enfiei meu cacete de uma vez no cuzinho gostoso daquele carinha que somente me olhou com os olhos semicerrados e abriu a boca na vontade de um beijo, o qual lhe dei sem pestanejar.
O tesão naquele moço, naquele corpo e naquele cu era tamanho que cada estocada estava para mim como a abertura de um novo caminho dentro dele e para ele certamente estava como uma tesoura que rasgava um corte de tecido.
Metia alucinadamente. Meu suor começou a descer pelo meu rosto, mesmo que estivesse frio. Parei por um segundo para levantar sua perna e me colocar de modo mais confortável por baixo dele – até porque ele era mais alto que eu – e poder meter um pouco mais. Meu pau já estava latejando e não estava longe de gozar. Usei a mão para abrir mais um pouco a bundinha dele e senti a viscosidade do sangue que saía do cuzinho de Ricardo.
Nem sei se doía, só sei que quando comecei a meter novamente, ele começou a gozar pelas pernas molhando a cueca que estava embolada logo acima dos joelhos. Vendo aquela cena comecei a gozar também. Abracei-o mais forte e gemia a cada vez que meu pau entrava e jorrava meu leite fervente dentro daquele cu.
-Nossa, foi incrível, você é muito gostoso cara.
-Assim eu vou acreditar. – ele me dizia ofegante virando a boca para me beijar.
-Acredita, eu comi, posso dizer que você é gostoso. – disse e beijei seus lábios grossos, enfiando minha língua em sua boca e dançando com ela por debaixo da dele.
Meu pau ainda estava dentro dele e eu conseguia sentir seu cuzinho pressionando e me fazendo gemer mais ainda. Eu não queria tirar, mas a flacidez do meu meninão o fez escapar de dentro da casinha quente.
Vestimos nossas roupas e mais uma vez nos beijamos antes de nos despedir. Afinal eu precisava ir para a aula e ele para o novo emprego dele.
Assim que ele estava longe, eu dei a volta no pequizeiro e dei de frente com Juliano, uma bixinha que costumava ser bullyingnada por todo o colégio. Ele tinha presenciado todo o ato e me olhava sorrindo.

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