Estava no terceiro ano do Ensino Médio, quinze anos e numa aula de Educação Física quando olhei para um colega de sala de um jeito que eu nunca tinha olhado antes.
Meu fim de semana tinha sido um pouco diferente dos demais, eu tinha transado com outro carinha na sexta-feira anterior para o qual eu ensinava algumas de minhas técnicas de natação, dentro do vestiário; e eu ainda me encontrava naquele êxtase e qualquer coisa me deixava excitado.
A aula era um jogo de futsal, os times haviam sido divididos entre com e sem camisa. Táris era o colega que eu estava olhando de um jeito diferente. Ele era de estatura mais baixa que a minha, 1,70m, cerca de 70Kg, cabelos louros escuros, olhos claros, pernas grossas e o torso sem camisa me deixou louco de tesão. Não preciso nem dizer que eu não podia sair do banco, os motivos são óbvios.
Fomos para a sala e eu fui conversando com ele, achando o máximo os dois gols que ele tinha feito. Lá dentro ele se sentava em uma cadeira atrás de mim.
Qual a minha surpresa quando ele começou a esfregar o pau por cima da calça e mostrar a silhueta para mim e sorrindo. Não imagino o motivo pelo qual ele o fez, mas aproveitei cada segundo para olhar aquele cacete roliço por cima do tecido. E se não bastasse, antes que o professor entrasse, ele abaixou rapidamente a calça e me mostrou seu membro duro, não era muito grande, mas era muito bonito. Sorri e fingi que aquilo era só coisa de amigo mesmo, virei-me para frente como se nada tivesse acontecido.
Naquele dia saímos uma aula mais cedo por falta do último professor. Como não queria voltar para casa e Táris era vizinho do colégio, fomos até lá.
Táris me disse que havia baixado alguns clipes de uma banda que eu gostava muito na época e se eu estava interessado em ver. Logo percebi o interesse por trás desta proposta e me fazendo de inocente aceitei. Quando o vídeo começou a rodar vi que se tratava de um pornô onde dois rapazes faziam um 69, excitei-me no ato. Olhei para o volume sobre a calça de uniforme dele e vi que ele também olhava para o meu.
Foi quando ele levou a mão sobre o meu cacete e começou a apertá-lo.
-Duro hein? – disse ele já segurando a minha mão e levando até o pau dele, que estava como uma rocha.
-O seu também.
Num movimento, livrei a minha mão da dele e a enfiei por dentro de sua calça e senti seu pau pulsando por dentro, notei inclusive que estava lubrificado e meus dedos ficaram com uma leve viscosidade. Então, ele abaixou a calça de vez, expondo aquele cacete lindo e disse:
-Mama aqui!
Não quis saber de mais nada. Abaixei-me na hora e abocanhei aquela vara, engoli de começo e o fiz sentir minha garganta. Deslizei aos poucos meus lábios por toda a sua extensão até chegar à cabeça, a qual mordisquei e fiquei passando a língua. Parei por um momento só para ver a cara que ele estava fazendo e de olhos fechados e mordendo o lábio, agarrou-me pela cabeça e forçou para que eu continuasse chupando. Sorri e mais uma vez caí de boca naquele pau delicioso.
Durante dez minutos, ou mais, punhetei seu cacete com os lábios, sentindo seu saco bater em meu queixo e de vez em quando, escapar até a minha garganta em um vaivém enlouquecido. Foi quando ele colocou mais força na minha nuca, eu parei, seu pau começou a pulsar mais forte e então senti aquele jorro de prazer inundar a minha boca. Pela primeira vez eu sentia o gosto da porra de alguém e a dele era doce e quente. O bastante para encher a minha boca. Quando ele terminou de gozar a força cessou e pude me levantar, fui até o banheiro e cuspi toda aquela porra no vaso.
Quando me cheguei perto, ele me olhou, ainda sentado e disse que nunca tinha ganhado um boquete tão bom. Nesse momento eu abaixei a minha calça e coloquei meu cacete duríssimo apontado para ele. Ele olhou, arregalou os olhos – o que me deixou orgulhoso mais uma vez –, segurou na base, junto às bolas e eu disse:
-Agora mama aqui!
Ele prontamente levou a língua até a cabeça do meu pau e deu uma lambidinha presunçosa, logo depois se preparou para abocanhar meu pau; chegou a colocar a boca em volta dela quando um som de carro se fez no portão da frente: eram seus pais que haviam chegado em casa. Recompusemo-nos rapidamente e nos colocamos a assistir clipes de músicas como dois bons amigos que éramos.
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