segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Mama aqui!



Estava no terceiro ano do Ensino Médio, quinze anos e numa aula de Educação Física quando olhei para um colega de sala de um jeito que eu nunca tinha olhado antes.
Meu fim de semana tinha sido um pouco diferente dos demais, eu tinha transado com outro carinha na sexta-feira anterior para o qual eu ensinava algumas de minhas técnicas de natação, dentro do vestiário; e eu ainda me encontrava naquele êxtase e qualquer coisa me deixava excitado.
A aula era um jogo de futsal, os times haviam sido divididos entre com e sem camisa. Táris era o colega que eu estava olhando de um jeito diferente. Ele era de estatura mais baixa que a minha, 1,70m, cerca de 70Kg, cabelos louros escuros, olhos claros, pernas grossas e o torso sem camisa me deixou louco de tesão. Não preciso nem dizer que eu não podia sair do banco, os motivos são óbvios.
Fomos para a sala e eu fui conversando com ele, achando o máximo os dois gols que ele tinha feito. Lá dentro ele se sentava em uma cadeira atrás de mim.
Qual a minha surpresa quando ele começou a esfregar o pau por cima da calça e mostrar a silhueta para mim e sorrindo. Não imagino o motivo pelo qual ele o fez, mas aproveitei cada segundo para olhar aquele cacete roliço por cima do tecido. E se não bastasse, antes que o professor entrasse, ele abaixou rapidamente a calça e me mostrou seu membro duro, não era muito grande, mas era muito bonito. Sorri e fingi que aquilo era só coisa de amigo mesmo, virei-me para frente como se nada tivesse acontecido.
Naquele dia saímos uma aula mais cedo por falta do último professor. Como não queria voltar para casa e Táris era vizinho do colégio, fomos até lá.
Táris me disse que havia baixado alguns clipes de uma banda que eu gostava muito na época e se eu estava interessado em ver. Logo percebi o interesse por trás desta proposta e me fazendo de inocente aceitei. Quando o vídeo começou a rodar vi que se tratava de um pornô onde dois rapazes faziam um 69, excitei-me no ato. Olhei para o volume sobre a calça de uniforme dele e vi que ele também olhava para o meu.
Foi quando ele levou a mão sobre o meu cacete e começou a apertá-lo.
-Duro hein? – disse ele já segurando a minha mão e levando até o pau dele, que estava como uma rocha.
-O seu também.
Num movimento, livrei a minha mão da dele e a enfiei por dentro de sua calça e senti seu pau pulsando por dentro, notei inclusive que estava lubrificado e meus dedos ficaram com uma leve viscosidade. Então, ele abaixou a calça de vez, expondo aquele cacete lindo e disse:
-Mama aqui!
Não quis saber de mais nada. Abaixei-me na hora e abocanhei aquela vara, engoli de começo e o fiz sentir minha garganta. Deslizei aos poucos meus lábios por toda a sua extensão até chegar à cabeça, a qual mordisquei e fiquei passando a língua. Parei por um momento só para ver a cara que ele estava fazendo e de olhos fechados e mordendo o lábio, agarrou-me pela cabeça e forçou para que eu continuasse chupando. Sorri e mais uma vez caí de boca naquele pau delicioso.
Durante dez minutos, ou mais, punhetei seu cacete com os lábios, sentindo seu saco bater em meu queixo e de vez em quando, escapar até a minha garganta em um vaivém enlouquecido. Foi quando ele colocou mais força na minha nuca, eu parei, seu pau começou a pulsar mais forte e então senti aquele jorro de prazer inundar a minha boca. Pela primeira vez eu sentia o gosto da porra de alguém e a dele era doce e quente. O bastante para encher a minha boca. Quando ele terminou de gozar a força cessou e pude me levantar, fui até o banheiro e cuspi toda aquela porra no vaso.
Quando me cheguei perto, ele me olhou, ainda sentado e disse que nunca tinha ganhado um boquete tão bom. Nesse momento eu abaixei a minha calça e coloquei meu cacete duríssimo apontado para ele. Ele olhou, arregalou os olhos – o que me deixou orgulhoso mais uma vez –, segurou na base, junto às bolas e eu disse:
-Agora mama aqui!
Ele prontamente levou a língua até a cabeça do meu pau e deu uma lambidinha presunçosa, logo depois se preparou para abocanhar meu pau; chegou a colocar a boca em volta dela quando um som de carro se fez no portão da frente: eram seus pais que haviam chegado em casa. Recompusemo-nos rapidamente e nos colocamos a assistir clipes de músicas como dois bons amigos que éramos.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Um sexo gostoso dentro da piscina do colégio



Walace foi embora. Eu nunca mais o vi. O tempo foi passando, cresci, não só em tamanho e mentalmente. Conheci vários outros meninos, mas nenhum deles seria para mim o que Walace tinha sido: meu primeiro namorado; mesmo que, na época, eu não soubesse o que estava acontecendo entre a gente.
Terminei o ensino fundamental e mudei para um colégio particular para cursar um ensino médio mais reforçado. Nesse lugar também conheci vários outros garotos que se tornaram grandes amigos, mas nenhum deles me chamava a atenção, aliás tinha um, mas essa história eu conto em outra oportunidade.
Esse novo colégio proporcionava aulas que eu nunca pensaria em ter no antigo: natação. Era uma maravilha chegar naquela piscina e cair na água logo de manhã e treinar durante duas horas, batidas de perna, braço e respiração. Aos quatorze anos, começava a definir meu corpo, apesar de magro, meus músculos iam se torneando e se definindo e eu, narcisista como só, ficava me admirando no espelho e observando como minha caixa toráxica tinha se avantajado.
Eu não era um garoto comum. Eu tinha um diferencial quanto aos outros alunos. Como nas aulas de natação era proibido o uso de qualquer outra sunga que não fosse a de uniforme, prescrita pelo colégio, todos tinham que usar o mesmo modelo de tecido fino que realçava algumas partes erógenas nossas, o que causava muitas brincadeiras no vestiário. Bem, eu morria de vergonha de usá-las pois aos quinze anos eu tinha um pau de quinze centímetros flácido o qual atingia os vinte se houvesse alguma brincadeira mais erótica - as quais não faltavam dentro de um vestiário masculino cheio de garotos com hormônios saltando pela pele - e isso me rendia alguns apelidos, que hoje me deixam orgulhoso, mas na época me faziam ficar vermelho como um pimentão maduro.
Pois bem, era preciso contar essa parte para que todos entendessem que durante dois anos eu treinei na piscina do colégio e me tornei um dos mais hábeis nadadores da turma. Rendi alguns troféus e medalhas para o colégio, que ficou com todos naturalmente.
Foi no terceiro ano que eu conheci JP (para evitar a indevida exposição de algumas pessoas, passarei a colocar somente as iniciais delas) um aluno do primeiro ano, moreno de um metro e sesseta e cinco dos olhos negros que tinha quatorze anos na ocasião. Ele me chamava bastante atenção pelos traços fortes e pelo jeito de conversar. Desde Walace, eu nunca tinha sentido uma atração tão forte por outro garoto. Claro, nos tornamos amigos. Mas foi na piscina, durante a natação, que tudo ficou claro para ambos.
JP era péssimo nadador e pecava nos movimentos mais simples, como o mergulho, por exemplo. Era a obrigação dos professores dar as aulas de natação para os novatos, no entanto quando as aulas eram juntas ficava monótono para nós ter que rever técnicas de natação básica, então foi proposto para que eu ensinasse meu novo amiguinho as técnicas básicas em horários alternativos. Aceitei de imediato.
No nosso primeiro dia, naquela mesma tarde após as aulas do turno vespertino, fomos para a piscina. Já no vestiário, notei uma leve alteração no volume do calção dele, no entanto procurei desviar os olhos para não deixá-lo constrangido: se eu quisesse algo, teria que ir com calma.
Antes de entrarmos na água, vi que ele olhava para o volume da minha sunga e como eu disse isso me deixava envergonhado, mas dessa vez não fiquei. Entramos e como primeira lição teria que ensiná-lo a boiar. Estiquei os braços para que ele se deitasse sobre eles dentro d'água e assim o fez. Foi aí que aproveitei para, com cuidado, passar a mão no pau dele sobre o tecido da sunga e automaticamente ele endureceu. Fiquei pasmo ao sentir, era quase do tamanho do meu, devia ter uns dezoito centímetros, mas fingi que não estava sentindo e ele fingiu que não estava excitado. Aquela aula de bóia durou muito mais do que deveria, claro: eu passava a mão sobre o pau dele e o sentia latejar em minha palma.
Passamos então para a segunda lição: respiração. Nessa ele deveria segurar com as duas mãos na borda da piscina, emergir e submergir, até que conseguisse um bom ritmo para a respiração. Posicionei-me por trás dele, sem a menor necessidade, para que ele fizesse o exercício dando a desculpa de que estaria lá caso ele se afogasse. Na primeira vez que ele submergiu, a bundinha dele desceu resvalando na minha coxa e isso me deixou com um puta tesão naquele garoto, fiquei de pau duro no ato e claro que ele percebeu. As próximas repetições foram mais demoradas e cada vez mais ele chegava a bunda para trás, tudo para sentir meu pau esfregando no reguinho dele.
Vi que aquele movimento estava ficando muito intenso e aos poucos, a cada mergulho que ele fazia, eu baixava um pouco a minha sunga ficando com o caralho todo de fora. A cabeça rosada ficou visível dentro da piscina e ele correspondeu, emergiu, respirou, ficou de frente para mim, olhou para baixo, de volta para mim, sorriu e segurou meu pau com força me arrastando para perto dele; ele retirou o piroca da sunga, totalmente dura e começou a esfregá-la na minha. Era um movimento que me deixou louco.
-Ainda vamos treinar respiração? - perguntou.
-Você precisa treinar mais. - respondi, imaginando o que ele pretendia.
Pois ele mais uma vez submergiu, mas dessa vez ficou lá embaixo e colocou meu pau na boca fazendo movimentos de introdução. Não sugava, pois dentro d'água era meio complicado, contudo passou a língua em toda a extensão do meu cacete, mordiscava a cabeça do meu pau e puxava de um modo tão gostoso que em menos de cinco minutos - depois de algumas vezes que ele subira para tomar ar - eu gozei como um louco dentro daquela piscina.
A ficha caiu e eu notei que estávamos a quase uma hora naquelas preliminares deliciosas e nosso tempo na piscina estava chegando ao fim, logo apareceria alguém.
Assim que ele subiu eu encerrei a aula e fomos para o vestiário.
Eu cheguei primeiro e já fui logo pro chuveiro, tirei a sunga para tirar o cloro e me encontrava completamente nu quando JP chegou por trás e me abraçou esfregando o cacete ainda duro em mim.
-Vai me deixar assim?
Meu pau endureceu que mais parecia uma tora. Ainda agarrado em mim ele desceu a mão no meu pau e começou a me punhetar. O pau dele latejava atrás de mim e me cutucava. Aquela situação era deliciosa.
-Você não vai lavar a sua sunga?
-Tira ela pra mim, pra eu lavar... - pediu-me com toda a malícia que tinha e eu, sabendo o que ele estava querendo, prontamente atendi.
Virei-me, ajoelhei no chão do vestiário e fui tirando a sunga dele aos poucos. O pau dele pulou quando conseguiu se libertar do tecido, eu o agarrei com a boca e o chupei deliciosamente. Eu queria de certo modo causar uma inveja na chupada que eu ganhei dentro da piscina retribuindo com linguadas e uma mamada rápida punhetando o garoto com meus lábios. Sentia o saco dele bater no meu queixo e isso em deixava mais louco; meu pau cada vez mais duro pedia algo a mais. Antes que acabasse, retirei a sunga dele e, ficando de pé, a entreguei.
-Nossa, que loucura. Eu nunca tinha feito algo parecido, nem sei o que deu em mim. - Até então eu nunca tinha ouvido essa frase, futuramente descobriria que ela é dita com mais frequencia do que se imagina.
Peguei o sabonete da minha mochila e comecei a me ensaboar enquanto punhetava JP. Ele virava os olhos e dizia que queria sentir o que eu tinha sentido dentro da piscina, que queria gozar também. E em um momento ímpar, o sabonete escorregou de minhas mãos e caiu perto de nós. Ele se abaixou para pegar e naquele momento eu vi aquele cuzinho lindo, lisinho e redondinho se abrir pra mim como quem convida para entrar e eu não resisti. Estava com o pau todo ensaboado, agarrei JP pelas pernas, segurei meu pau para colocá-lo na entradinha e comecei a enfiar. O sabão serviu de lubrificante e fez com que meu cacete entrasse todo de uma só vez. Ele até deu um pulo pra frente, mas graças ao tamanho pude conter o impulso do garoto e segurá-lo encostado em mim.
-Hum, doeu!
-Fica quietinho que logo passa.
-Mas tá ardendo...
-Vai passar.
E passou. Logo a feição de dor deu lugar ao mais puro prazer e foi aí que eu comecei a comê-lo de uma forma bem selvagem. Metia como quem queria furar uma parede, cada estocada que eu dava era um suspiro nele e um grunhido meu. Sentir meu pau dentro daquele rabinho apertado me fez lembrar meus tempos passados. Eu bombei cerca de vinte vezes até que vi que meu pau já tinha facilidade em percorrer o cuzinho dele, até ver que ele estava completamente relaxado.
Joguei-o ao chão e abri as pernas do garoto, enfiei a língua no cuzinho dele para uma lubrificação extra e mais uma vez coloquei meu pau de uma só vez dentro dele e arranquei mais um gemido de prazer. Vê-lo gemendo me dava mais tesão e comer aquela bundinha estava muito bom. Então me sentei no chão e pedi para que ele sentasse em cima do meu pau e ele atendeu, sentou, rebolou e agaixado, punhetava meu pau com o cu de modo frenético, parecia até que me queria para ser dele, até que não aguentei mais e me rendi mais uma vez ao gozo.
A pressão que a porra fez ao sair foi tão forte que, mesmo embaixo do chuveiro, JP sentiu-se invadido pelo meu leite quente e percebeu que eu tinha gozado dentro dele. Ele não disse uma palavra, somente ficou sentado no meu pau que não amolecia. Ele esticou as pernas e sorriu, trancou o cuzinho e eu senti a pressão no corpo do pau, foi quando agarrei a vara dele e comecei uma punheta bem gostosa pra ele.
Ele gemia durante a punheta como gemera durante a foda e ainda trancava o cuzinho como quem dizia: - Esse é meu macho! Eu ia estocando e fazendo com que ele quicasse sobre meu pau enquanto batia. Não demorou para que ele gozasse em cima de mim e ele gozava muito, foram cinco jorros de leite de mesma proporção e depois ficou babando na minha mão. Eu fiquei embebido em porra e aquele cheiro de sexo subiu no ar. Só então ele se levantou e aos poucos meu pau saiu de dentro dele todo melado também.
-Adorei, quando vamos fazer de novo? - vi que ele estava sem graça e com aquela sensação de remorso pós-foda.
-Quando você quiser. - disse com tom de segurança enquanto raspava com o dedo aquele litro de porra que ainda estava sobre mim.
-Então vai ser logo. - resumiu.
Depois disso nos enxugamos, nos vestimos e saímos de fininho pelo portão dos fundos do colégio, como dois amigos como se nada tivesse acontecido.
Nos encontramos mais vezes depois disso, mas isso é história para outro conto.

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Walace vai embora


Quem acompanhou meu último conto, já sabe quem foi Walace e a importância que ele teve na minha iniciação sexual: eu era tímido, ele também, mas éramos muito curiosos quanto ao assunto e acabamos na casa dele transando muito e até tomando banho juntos. Tudo isso era muito interessante e excitante ao mesmo tempo, fazia-me sentir arrepios que nunca havia experimentado, e mais, as cócegas do fim - coisa de quem está gozando, mas ainda não fabrica porra - era a melhor parte de todo o ato. Assim que eu sentia, batia uma para ele só pra vê-lo puxar os pezinhos e esticar as pernas enquanto manuseava aquele pauzinho branquinho da cabeça rosada.
Mas tudo o que é bom, dura pouco, diz o velho ditado e aquele dia na escola, lembro bem que se tratava de uma sexta feira, Walace me disse - durante a aula mesmo, pois sentavamo-nos emparelhados, éramos namorados mesmo, só não desconfiávamos disso ainda - que seus pais estariam de mudança para uma cidadezinha que ficava há trezentos quilômetros, mais ou menos dali. No começo eu parecia não ligar muito para o que ele disse, mas depois que a ficha caiu, confesso que tive vontade de chorar, no entanto homem não chora.
Na hora do recreio eu me aproximei dele, sentado no banquinho de cimento do pátio, com a lancheira no colo, ele estava com um calção azul (uniforme), meias brancas nas canelas e tennis preto, uma visão linda de um colegial. Ele me olhou e arregalou os olhos devido nossa proximidade, nunca tinha sido assim, não durante o período em que estávamos na escola. Eu sorri e com a mão direita totalmente descontrolada, fui escorregando os dedos por sua coxa - atento para ver se ninguém notava o que eu estava fazendo - e apertei de leve as bolinhas dele por cima da cuequinha de algodão que estava usando. Mesmo com medo, senti que ele tinha ficado com o pau durinho:
-Tô afim daquilo agora.
-Agora?
-É, quer? - eu esfregava e passava o dedo ao longo dos doze centímetros duro dele.
O meu pau já estava duríssimo dentro do calção e o fato de eu estar sem cueca o fez ficar mais assustado com a situação e com o fato de alguém nos ver. Eu mesmo não estava nem aí pro fato, afinal de contas meu namoradinho estava pra me deixar e eu tinha que fazê-lo sentir que eu era e sempre seria seu macho (ou melhor, machinho).
-Mas não tem lugar...
Eu sabia que sim e já tinha planejado tudo. O pátio sul da escola era em terra batida e havia uma casinha para guardar material na dobra da tela que cercava o lugar. Não poderíamos fazer nada detras da casinha, mas naqueles dias a porta estava aberta por causa de um arrombamento feito pelos próprios alunos, acho. o fato é que ninguém nos encontraria ali. Ele concordou no ato. Eu fui para lá enquanto ele dava uma passada na sala para deixar a lancheira.
Confesso que ele demorou um pouquinho, mas quando ouvi o barulho da porta se abrindo já estava de pau duro na mão em meio a uma punheta de preparação. Ele fechou a porta e mesmo assim conseguiua ver seu rosto, pois as frestas da janela lateral e das telhas eternit deixavam o lugar claro.
-Ele estava te esperando...
Claro que me referia ao meu pau e minha feição ao olhar para ele não me deixava mentir.
Walace não perdeu tempo e ajoelhando-se colocou a boca em volta do meu pau e chupou freneticamente. Ele nunca tinha me chupado daquele jeito, mas pudera, ele estava se despedindo de mim e estava usando a boca para dizer algo mais que um simples tchau.
Foram cerca de cinco minutos de um sobe e desce de lábios, lambidas na cabeça da minha pica e uma mordidinha de leve que me deixaram quase explodindo de tesão. Meu pau pulsava na boca dele enquanto ele mamava e o modo como empinava a bundinha me deixava alcançar o cuzinho lisinho dele que eu penetrava com o indicador molhado de saliva que ele mesmo fez questão de molhar. Eu enfiava o dedo e quanto mais entrava, mais força ele colocava na boca apertando a base do meu pau e eu ia à loucura com isso.
-Não aguento mais, coloca ele em mim?
-Quando você quiser.
Ele empinou a bundinha de frente pra mim nesse momento e me lembro disso até hoje como se tivesse acabado de acontecer, até porque senti que meu pau tinha começado a babar, mas achei que fosse por causa da chupada dele e não liguei. Molhei o cuzinho dele com saliva e enfiei o dedo que usei para lubrificar de uma vez. A passagem estava liberada. Então abaixei a bundinha dele e coloquei a cabecinha do meu pau devagarinho e quando ela estava toda dentro, enfiei de uma vez. Isso arrancou um gemido alto de Walace, apesar de estar preocupado em tê-lo machucado, vi que ele apertava o cuzinho pedindo para que eu socasse. E foi o que eu fiz. Estocava mais e mais sentindo o cuzinho dele apertar minha piroquinha cada vez que eu metia. Ele me agarrava pelas pernas e me puxava de encontro à sua bundinha e isso me fazia delirar, me fazia sentir querido, era como se ele quisesse que eu fizesse parte dele.
Tudo estaria bom e continuaria bom se não fosse a sirene dizendo que o recreio havia acabado. O nosso recreio também tinha, pois esse sinal nos fez perceber que passamos muito tempo longe das vistas de todos, mas eu estava bem e dentro dele.
-Vamos bater uma e voltar. - Ele surgeriu.
-Como quiser.
Então ele retirou meu pau de dentro do cuzinho e se abaixou mais uma vez para chupá-lo. Caro leitor, como é bom quando alguém retira o seu pau de dentro do cu e chupa, é algo muito bom. Ele ia chupando e batendo ao mesmo tempo e isso foi ficando muito bom e incrivelmente excitante. Meu pau latejava até que eu vi que ia chegar ao fim, eu ia sentir aquela cócega que ardia e terminar com tudo, mas foi diferente. Notei que meu orgásmo - embora na época nem soubesse o que isso significava - veio mais intenso e suave e comecei a gozar na boca do Walace, foi fantástico. Ele sentiu também, era porra mesmo, quentinha, novinha e, segundo ele, docinha, mas ele não engoliu, cuspiu fora e depois disso me beijou. Na boca. Eu estava atônito e achei estranho, mesmo assim deixei que acontecesse.
Nem cheguei a bater uma pra ele, como fazia de costume. Ele sorriu, se vestiu, limpou a boca, me beijou mais uma vez e disse que estaríamos juntos pra sempre depois daquilo.
Não preciso dizer que na segunda-feira ele não apareceu na escola.
Ainda me lembro com muito carinho dele e espero que um dia volte a vê-lo.
A partir daqui, minha vida ficou um pouco menos sentimental. Espero que tenham gostado, pois ainda há muito que contar da minha vida.


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sábado, 22 de outubro de 2011

A primeira vez de Higor


Para aqueles que não me conhecem, sou Higor Boaventura tenho 22 anos e não se impressionem com minha tenra idade, pois ela esconde minha experiência. Gostaria de deixar claro que todos os nomes aqui citados são fictícios, devo fazer isso para proteger as minhas fontes, mas caso você se familiarize com uma dessas histórias, tenha a certeza de que não é mera coincidência.
Começaremos no ano de 1999, eu tinha doze anos, era um garoto tímido na escola, era apaixonado por uma colega de classe que não dava a menor bola para mim, apenas, naturalmente, para os mais velhos das séries mais avançadas. Isso me deixava irritado, Mariana não podia fazer isso comigo... mas fazia... afinal de contas, hoje entendo, o que ela iria querer com um garotinho franzino de doze anos como eu, quando poderia ficar com os jogadores de futebol do segundo ano do ensino médio? Eu não passava de um amiguinho ou coleguinha de sala, nada mais.
Só me restava matar essa maldita paixonite contando tudo para meus amigos e zoando com todos os comentários patéticos que crianças fazem sobre o sexo frágil. Um desses amigos era especial, Walace, branquinho, magrinho, um dos meus melhores amigos naquela série. A gente contava tudo um para o outro: como se esconder atrás do depósito do colégio e assustar os professores quando eles passavam pelo corredor perpendicular, como seria (e com quem seria) nosso primeiro beijo, como brincar de bafo para virar todas as figurinhas... Eu e Walace sabíamos como nos divertir naquela cidadezinha do interior.
Lembro-me como se fosse hoje, o dia em que eu estava na casa do meu tio - que por um desarranjo temporal na família era somente seis anos mais velho que eu - e fuçando nas coisas do quarto dele encontrei enterrada debaixo da cama uma revistinha de vinte páginas com fotos eróticas de casais que pareciam estar gostando daquilo que estavam fazendo. Era sexo. Claro que eu sabia do que se tratava, nunca fui tapado, era somente tímido. Quanto mais eu folheava aquela revistinha mais ia me sentindo relaxado, mais ia ficando vidrado, mais ia descobrindo sobre aquele mundo sexual que, até então, para mim era apenas teórico. Foi uma cena na penúltima página que mais me chamou a atenção: a mulher estava sentada sobre a pica de um carinha, enquanto segurava uma outra com a mão esquerda coberta com algo branco (lendo um pouco mais, viria a descobrir que era porra) enquanto lambia a cabeça do pau de um terceiro. Aquilo pra mim, sem dúvida, foi o êxtase, senti na mesma hora meu pau ficando duro dentro da cueca, botei a mão e fiquei acariciando a cabecinha da minha piroca enquanto reolhava todas as fotos, até que ouvi alguém se aproximando; guardei a revista e disfarcei como pude meu pauzinho duro. Almoçamos na casa do meu avô naquele dia e assim que tive a oportunidade, voltei ao quarto e levei a revistinha, guardando dentro do calção, não queria que ninguém percebesse o furto e por sorte, ninguém percebeu.
Eu precisava mostrar a revista para o Walace, assim como eu ele iria adorar ver aquelas fotos.
Na segunda-feira, me encontrei com meu amigo na escola e disse para ele que tinha uma coisa para mostrar e que quando fosse fazer não poderia ter ninguém por perto. Não sei se imaginava que poderia acontecer alguma coisa, mas não ia me arriscar a ser pego por ninguém e que me tirassem aquela preciosidade. Ele naturalmente ficou curioso e eu, fazendo uma cara de meio-sorriso, disse que só iria mostrar depois e que ele fosse em minha casa depois do almoço. Walace disse que não poderia ir, já que estaria sozinho em casa a tarde toda enquanto os pais trabalhavam, para mim era perfeito; provavelmente meu pai estaria em casa a tarde toda e não nos deixaria à vontade. Quando indaguei se podia ir para sua casa, ele prontamente disse que sim.
Sem problemas. Era duas horas da tarde, mais ou menos, quando peguei a mochila com a revista dentro e disse para meu pai que ia estudar na casa do Walace. Para ele não tinha problema e eu fui correndo para a casa do meu amigo.
Ele prontamente me recebeu e fomos para a sala. Pedi para que ele fechasse o janelão ou descesse as cortinas, como disse não queria que alguém nos pegasse olhando o que eu estava para mostrar a ele.
Vi em seus olhos que não se aguentava mais de curiosidade, foi então que retirei da mochila a revista e entreguei nas mãos dele. Lembro-me que estávamos sentados em posição de lótus quando ele começou a passar página por página daquela revistinha e arregalar aqueles olhos esverdeados. Nunca tinha visto os olhos dele tão bonitos. Um arrepio me subiu na espinha e comecei a tremer sem saber o porquê. Lembrei-me da cena da penúltima página e avançando em suas mãos, peguei por sobre elas para passar as páginas e senti o quão macias e frias estavam. Aquele momento era mágico e até então eu não tinha me dado conta.
-Cara, tô ficando de pau duro, sabia?
Ele me olhou arregalando os olhos novamente, eu retribuí o olhar e sorri, foi aí que perdi completamente a timidez:
-Vai dizer que você também não está?
Levei a mão sobre o calção que ele usava e senti, pela primeira vez um pau pulsar em minha mão que não fosse o meu. Eu estava atônito, queria deixar minha mão naquele lugar, mas tinha que tirar, afinal de contas estava invadindo a intimidade do meu amigo. Eram tantas coisas passando pela minha cabeça que me esqueci de tirar a mão e nem sei bem por quanto tempo fiquei ali apertando o pau dele.
Ele se levantou rapidamente e eu fiquei sem jeito. Ele foi até a porta e a trancou.
-Vai que alguém entra aqui e vê a gente?
Quando ele se aproximou eu perdi o medo que tinha tomado conta de mim. Ele baixou o calção preto e eu pude ver o volume do pau duro sob a cuequinha de algodão. Ele baixou também a cueca e pude ver o pau dele pulsando enquanto ele espasmava na frente do meu rosto, era como se me pedisse para que o chupasse. Aproximei-me de joelhos e perguntei se poderia fazer o mesmo que aquela mulher da penúltima página, ele consentiu e eu o abri, coloquei a cabecinha para fora e lambi. Pela primeira vez eu estava sentindo o gosto de um pinto, coloquei na boca e senti uma enorme vontade de mamar; foi o que eu fiz. Mamei naquela piroca por uns vinte minutos, até que ele pediu para ver o meu pau.
O meu, claro, estava latejando. Levantei-me e ele abaixou, pegou minha piroca como se fosse um microfone (naquele momento vi que meu pau era bem mais grosso que o dele) e repetiu os mesmos movimentos que fiz com o dele, mas ele ia mais longe, chegava a engolir minha pica e pedia para que eu pulsasse na boca dele.
Foi durante o tempo que ele me chupava que perguntei se ele não queria ir mais longe, que poderíamos colocar o pau um no cu do outro. Ele adorou a ideia. Perguntei se ele queria começar e ele disse que queria que eu colocasse meu pau todo dentro dele primeiro, então aceitei. Como era nossa primeira vez, eu não sabia muito o que fazer, coloquei ele deitado no sofá com a bundinha branquinha e lisinha virada para mim, empinadinha, mandei que a abrisse e ele prontamente atendeu (não resisti a dar um bom tapa nela e ele pediu para que eu fizesse menos barulho). Tentei enfiar uma, duas, três vezes e meu pau dobrava, subia, descia, esfregava e não entrava. Ele disse que estava seco e queria que eu tentasse molar. Nesse momento eu comecei a lamber aquele cuzinho virgem e delicioso, limpinho, cheirosinho e a cada vez que eu enfiava minha língua, sentia que a resistência dele ia diminuindo e eu conseguia enfiar mais fundo. Walace gemia e eu achava que era de dor, então molhei o dedo na boca e fui enfiando devagarzinho, aos poucos, até que enfiei o dedo todo e comecei a rodar; ele gemeu mais ainda e eu perguntei se estava doendo; ele dizia que estava mas era uma dor boa e que eu tentasse colocar o pinto, mas antes ele deu uma nova chupada e essa sim, eu sentia sua língua esfregando na base do meu pau enquanto ele ia se afastando. Mais uma vez eu tentei colocar o pau e dessa vez ele foi entrando, devagarinho, assim como o dedo, centímetro a centímetro meu pau (que na época devia ter uns quinze) foi entrando. Eu o via se debater, gemer, sorrir, morder os lábios enquanto seu cuzinho apertava meu pau num pompoarismo natural de dois machinhos que estavam se comendo pela primeira vez. Meu pau estava todo dentro dele e ele queria mais, então eu comecei a tirar e quando estava quase todo de fora o coloquei de uma vez para dentro; ele se esticou todo e pedir para que eu repetisse e foi o que eu fiz, bombei naquele lombinho por uma meia hora, sentindo meu pau entar e sair, sentindo meu saquinho indo para frente e batendo no dele, foi muito louco até que comecei a sentir cóssegas insuportavelmente boas no meu pau, estiquei-me todinho quando não mais consegui estocar a piroquinha nele, tirei de dentro dele e caímos no chão exaustos. Ele estava todo suado, mas contente e sorridente.
Perguntei se ele queria trocar, mas a resposta foi definitiva:
-Não. Não me vejo fazendo isso com você como você fez comigo, parece que você já é profissional nisso. O que eu quero é que você enfie de novo.
Sorri.
Ainda naquela tarde, eu e Walace ainda repetimos o ato umas três vezes e depois fomos tomar banho juntos.
A partir daí, sempre que podíamos, dávamos uma escapadela, fosse onde fosse, para que eu desse uma enrabadinha no meu amiguinho.

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