terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Por favor, me come daquele jeito


Já estava anoitecendo naquela terça-feira. Eu tinha passado com JP em sua casa, já que era caminho da minha mesmo. Ele se despediu de mim pegando em minha mão e deslizando de leve os dedos do pulso até a ponta dos meus vagarosamente tentando prolongar nosso contato físico. Claro que não deixei que ficasse nisso; vi que não havia ninguém na rua e me aproveitei da sombra que a sete-copas plantada em frente a sua casa jogava sobre nós, nos escondendo de olhares curiosos, puxei o garoto pelo braço, agarrei em sua cintura, passando o braço por ela e meti-lhe um beijo na boca que fez nossas línguas se entrelaçarem. Era uma pena que não podíamos ficar ali, namorando no portão, o beijo foi rápido, mas nos deixou sem fôlego.
Subi a rua e dobrei a esquina e antes que chegasse em casa, senti meu celular vibrar dentro da mochila. Quando vi o nome, percebi no ato do que se tratava e qual seria o teor da conversa: Táris.
-Fala, velho! – disse eu com tom sério, mas por dentro não me continha de tanto orgulho pela performance que ele tinha presenciado.
-Você acabou com o marreco. – Marreco era o apelido de JP, pois todos o tinham adotado, só eu que ainda usava o nome verdadeiro dele.
-O que você achou?
-Fiquei com um pouco de ciúmes, achei que eu era o único com quem você tinha...
-Vocês são os únicos com quem eu transei. – menti.
-Vamos sair hoje? Passo aí e te pego.
-Eu não estou fazendo nada. Pode ser.
-Então, daqui duas horas eu passo aí.
Desligou o telefone e eu nem podia acreditar no que eu estava ouvindo, primeiro fui disputado para a formação de par na piscina, agora Táris diz que ficou com ciúmes de mim? Corri para casa, guardei a bike, tomei aquele banho e me arrumei. Até disse pra minha mãe que iria sair com os amigos, como ela conhecia o Táris, não desgostou e deixou numa boa.
Pouco passava das sete horas quando Táris chegou na porta da minha casa buzinando o velho Santana do pai dele. Apesar de ter dezessete anos, dirigia por toda a cidade e como estávamos em cidade de interior, não era pego por blitz alguma.
Entrei no carro com todos os vidros envelopados com insulfilme bem escuro, fechei a porta e Táris já me deu um beijo molhado e quente colocando a mão por baixo da minha camisa e fazendo com que ela percorresse meu peito, minha barriga e pousasse sobre meu pau que endureceu na hora.
Ele se afastou, colocou as mãos no volante e saiu com o carro.
-Para onde vamos?
-Primeiro vamos comer, que eu ainda não jantei.
-Hum, e o que vamos ter de sobremesa? – brinquei.
Então ele levou a mão esquerda até o zíper da calça, abriu e tirou a pica para fora, dura e com vestígios de lubrificação natural que escorriam pela cabecinha. Tão suculenta que não resisti, caí de boca e mamei nela ali mesmo dentro daquele carro. Ia subindo e descendo com meus lábios de modo que eles fizessem pressão ao longo do corpo daquele pau delicioso. Com a mão, tirei o saco dele para fora e chupei também suas bolas. Táris suspirava de tesão, mas não retirava as mãos do volante. Senti que ele estava perto do gozo quando suas pernas começaram a se retrair, continuei a punhetá-lo com minha boca até sentir a porra quente e doce dele saltar pela minha língua e escorrer pela boca. Como o pau dele começou a ficar flácido, sentei-me no banco, abri o vidro e cuspi a gala toda no asfalto. Ele sorriu enquanto me olhava, até que chegamos ao melhor restaurante da cidade.
Na mesa conversamos muito e durante todo o jantar – no qual eu não me concentrei na comida – ele ficou passando a mão em minhas coxas e massageando meu pau por cima da calça. Nessa hora cheguei a lubrificar tanto que uma mancha molhada se fez notar sobre a virilha. Ele pagou toda a conta, voltamos para o carro e eu achei que iríamos parar por ali. Mas não foi isso que aconteceu.
Ele foi por uma rua que cortava a cidade e logo estávamos nos limites dela. Ele desviou por uma rua de terra e chegamos a um motel. Entramos com facilidade e fomos para a suíte quatorze e tinha de tudo lá dentro: cama redonda, espelho no teto, hidromassagem e o escambal. Mas não tive tempo de olhar tudo. Táris foi tirando a minha camisa e percorrendo todo o meu peito com a boca, depois abriu minha calça e olhou fixamente para a cabeça do meu pau antes de dar uma lambida maravilhosa e abocanhá-lo como alguém que estava passando fome.
Mamou-me todo querendo meu leite, mas eu não queria gozar, não naquele momento, então o joguei para cima da cama e também retirei toda a roupa dele e não teve um lugar em todo aquele corpo que eu não tivesse passado a língua. Estava muito gostoso até que ele me disse:
-Por favor, me come daquele jeito. Deixa eu ser sua putinha agora.
Aquela frase me deixou com muito mais tesão do que o que eu já tinha por aquele muleque. Alcancei um daqueles géis que ficam sobre as cabeceiras das camas de motel, encharquei a mão com ele, virei a minha nova putinha de bruços e lambuzei toda aquela bunda redonda e dura com lubrificante. Ao mesmo tempo enfiava os dedos naquele cuzinho, que era meu por conquista, dois de uma vez só para ouvi-lo gemer e cada vez mais alto.
Fiz com que ele ficasse de quatro pra mim e era incrível como tudo ficou na altura perfeita para que eu enfiasse meu cacete de uma vez até a base. Ele gemeu alto e eu me enchi de excitação. Continuei metendo naquela bundinha linda e dava tapas de vez em quando para poder provar quem é que mandava. E, segundo ele, eu mandava muito bem.
Agarrei-o pelo cabelo e puxava de encontro a mim enquanto meu pau entrava de uma vez e saia todo. Então ele me fez trocar de posição. Deitei-me na cama e ele, erguendo meu pau, foi sentando aos poucos em cima dele e observava cada centímetro que entrava e proporcionava a ele um prazer tremendo. Depois que tudo estava novamente dentro dele, depois que meu pau já fazia parte dele, ele começou uma cavalgada e eu, claro, era a sela. Subia e descia a bundinha, batendo minha estaca e a sentindo roçar nas paredes de seu cu.
Suas pernas foram ficando bambas, percebi quando a altura que erguia a bunda foi diminuindo, depois ficou claro, pois elas tremiam. Então fiz com que ele ficasse parado a certa altura e eu comecei a meter apenas subindo a pélvis. Sentia meu saco batendo em sua bundinha e me dava prazer ouvir o barulho da minha virilha se chocando com suas coxas.
Meti naquela posição por uns quinze minutos até que seu rosto começou a mostrar dor. Ele dizia não agüentar mais e eu não queria nem saber, metia e gostava cada vez mais. Por duas vezes ele tentou cessar meus movimentos, mas quanto mais ele tentava me parar ou trancar o cuzinho fazendo pressão, mais eu sentia vontade de comê-lo.
Até que o fiz deitar de bruços novamente e aproveitei aquela posição para me agarrar em seus ombros e obter a resistência de corpo que eu queria para meter mais forte. Acelerei os movimentos enquanto ele retraía a musculatura da bunda. Aí não agüentei. Comecei a gozar dentro dele, dois jorros que ele sentiu e chegou a dizer, depois retirei o pau e foi punhetando que jorrei mais três vezes em suas costas. A porra escorria assim como o suor em nossos corpos.
Fomos para a hidromassagem, onde ficamos nos beijando e nos chupando por quase duas horas. Ele me abraçou e se recostou na borda da banheira que jogava jatos de água quente para o centro, eu fiquei encaixado entre suas pernas enquanto seus braços me envolviam.
-Você me arrombou, sabia?
-Só fiz o que você pediu.
-Claro que não. – olhei para ele, me virando para trás, com uma cara de estranhamento – Você fez muito melhor. Eu gozei enquanto você estava metendo em mim, nem sabia que isso era possível.
Sorri e me excitei mais uma vez. Começamos tudo de novo ali mesmo.
Nesse dia, cheguei em casa esfolado, à uma da manhã depois de ter feito quatro vezes com Táris. Ele reclamou que estava todo ardido, mesmo assim continuava querendo dar pra mim e beber a minha porra.

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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A satisfação em um frango-assado


Na terça-feira, dia em que nós costumeiramente tínhamos aula de natação com toda a turma, nossa professora – que me desculpe se ela um dia ler este conto, mas parecia uma sapatão caminhoneira – nos separou em duplas para fazermos treinos de respiração, pena que não era boca-a-boca; basicamente tínhamos que ficar sentados na borda da piscina e sustentar nosso parceiro que emergia e submergia em tempos cronometrados para o treino de apneia.
Imaginem que Táris quis fazer dupla comigo, mas JP não deixou – olha só – disse que como era mais amigo meu e estava a menos tempo no colégio, não se sentia a vontade com outra pessoa. Táris me olhou com um olhar sinistro e totalmente cínico, sorriu com malícia e deixou que JP ficasse comigo à beira da piscina.
Durante todo o treino eu pensei que ele iria ao menos dar aquela esfregada no meu pau o qual estava duro igual a uma pedra e perceptível a quem quisesse olhar, ainda bem que ninguém mais viu. Nem preciso dizer que JP queria mesmo era saber o que eu tinha feito para que Saulinho desistisse de contar pro pai que a gente metia em casa, afinal de contas liguei pra ele no dia anterior só pra falar isso e provavelmente o caçula nem tocou no assunto, óbvio!
-Depois a gente conversa sobre isso.
A aula acabou e como eu tinha que dar aulas para meu amiguinho agora, ficamos nós dois e esperamos dentro d’água “treinando” braçadas, enquanto todos iam embora, ele ficava debruçado nos meus braços e eu secretamente massageava a pica dele dentro da sunga.
Quando me certifiquei de que todos haviam saído pelo portão debaixo, o arrastei pela superfície da água, o deitei na borda da piscina e arranquei sua sunga, exibindo aquele cacete lindo de cabeça vermelhinha escondida dentro do prepúcio o qual eu abria com cuidado só para vê-la se jogar para fora. Coloquei a boca, enquanto segurava pela base e suguei três vezes antes de começar a mamá-lo e fazê-lo delirar. Senti quando segurou minha cabeça e fez movimentos com o quadril querendo meter na minha garganta e eu, ainda com o corpo dentro da piscina, deixava, sentindo os dedos de seus pés abrir e invadir a minha sunga em busca da minha vara que estava duríssima também.
Depois desse boquete. O puxei para dentro d’água e o coloquei de costas para mim. Ele já estava sem sunga e eu só tive que tirar o meu pau e encaixá-lo na bundinha de JP que já fechou os olhos e esperou a primeira estocada, mas aos poucos eu fui colocando, esperando que ele ao menos chiasse a língua contra os lábios ao sentir a dor, mas em nenhum momento durante aqueles dois minutos em que a minha pica entrava devagarinho, ele reclamou de dor, pelo contrário, virou a cabeça para trás, ergueu o braço direito, buscou minha cabeça e me beijou enquanto empinava a bundinha. Claro que ele queria sentir meu pau cada vez mais dentro dele, assim como eu que comecei a bombar lentamente, tirando o cacete e estocando bem fundo, bem moroso e com muito carinho.
Ah! Mais uma vez ele ficou sem a aula de natação. Na mesma hora ele me empurrou com a bunda e saiu da piscina. A visão daquele corpo magrinho e lisinho de pau duro e com a água escorrendo, me deixou maluco. Ele foi para o vestiário e me chamou e eu saí da piscina e fui até lá sem dizer nada.
Lá dentro, ele me perguntou:
-O que você fez pra que o Saulinho desistisse de entregar a gente. Ele não é fácil...
-É, ele não é fácil mesmo. Então eu tive que comer ele!
-Você fez o quê? – nem respondi, porque ele continuou – Você comeu o meu irmão? Como assim?
Eu fiquei muito sem graça, tanto que, confesso, até brochei na hora – pra vocês marmanjos que acham que brochar não é normal, experimentem ficar no meu lugar nessa situação – tentei me explicar, mas ele riu.
-Achei que seu pau fosse só meu...
Gente, ele disse isso com uma carinha tão meiga que não resisti, joguei-o sentado em cima de um dos bancos do vestiário, deitei-me por cima dele comecei a beijá-lo de uma forma tão excitante e tão máscula que senti suas pernas se abrindo e cruzando em minhas costas. O corpo dele estava ficando aquecido, depois de tanto tempo dentro d’água. Senti seu pau duro me cutucar a barriga e tentar se encaixar no meu umbigo. Meu pau começou a endurecer novamente e até que ficasse em ponto de bala fui brincando de meter com ele, fazendo movimentos com a pélvis e batendo meu cacete semiduro na bundinha dele até que estava pronto para comê-lo novamente.
Então, subi as duas pernas dele e o coloquei na posição de frango assado. Vi o cuzinho dele se abrindo pra mim. Lembrei-me de Ricardo no ato, o que me deu ainda mais tesão. Ele segurou as pernas com as mãos e eu encaixei meu pau no cuzinho dele e fui enfiando devagar, assim como fiz dentro da piscina. Assim que vi sua cara de prazer enfiei tudo, até o talo, foi quando ele retraiu o corpo todinho e eu percebi que naquela posição poderia alcançar uma parte dele que não costumava em outra. Foi então que comecei a meter, mais rápido e mais forte.
Eu metia muito e ele gemia bastante. A água em nossos corpos começou a se misturar com o suor e já nem sabíamos mais se estávamos encharcados pela piscina ou por nós mesmos.
-Mete mais, meu homem, mete. – e eu acelerava para vê-lo revirar os olhos por dentro das pálpebras fechadas, a cabeça se virava para trás e a garganta se movimentava quando a língua passava pelos lábios.
-Você é gostoso demais. E aguenta tudo. Você foi feito pra ser meu na ponta da minha vara. – a cada palavra de sacanagem que eu falava, o corpo dele se contorcia e o cuzinho dele apertava mais meu cacete. Eu delirava com isso, claro.
-Meu irmãozinho fez tudo isso, fez?
-Não, ele é novinho, não aguentou que eu colocasse tudo não. Só que ele bebeu minha porra todinha...
-Ah, é? Então eu também quero beber sua porra, meu macho.
Amei ouvir isso. Nesse momento, coloquei-me de pé e o mantive deitado naquele banco de madeira. Ergui suas pernas e as abracei, contudo seu cuzinho ainda estava engolia todo o meu pau. Quando fiz isso, vi algo inusitado pelo janelão que ficava ao lado da porta, havia alguém presenciando, e digo mais, apreciando nossa metida lá dentro, só conseguia ver a ponta dos cabelos. Eu fingi não ver nada, mas passei a caprichar no palavreado.
Deitei as pernas de JP, coloquei-me novamente sobre ele pra que meu pau entrasse com tudo e arrombasse aquele cuzinho que era só meu e isso livrou minhas mãos, então pude puxar os cabelos dele pelas costas, para que ele virasse a cabeça ainda mais e deixasse o torso livre:
-Quem é a minha putinha?
-Sou eu. Mete meu macho, mete na sua putinha.
-Vou torar seu cuzinho todinho e gozar na sua garganta, delícia!
-Então faz.
Eu continuei observando e confirmei minha suspeita quanto Táris ergueu a cabeça por cima do peito da janela para ver nossa performance. Ele viu que eu o tinha notado, riu e fez sinal de positivo pra mim com o dedo. O danado ainda foi até a porta e se recostou, ele estava de calças arriadas e batendo uma punheta maravilhosa sorrindo pra mim. JP não viu nada, pois sua posição não permitia.
Senti-me o verdadeiro ator pornô. O êxtase foi tanto que senti minha porra percorrer rapidamente o interior do meu pau. Foi aí que o retirei de dentro do cu de JP e fazendo-o sentar, meti logo pra dentro de sua boca e gozei pra caralho com um berro de prazer que soltei só pra poder excitar ainda mais a punhetinha do Táris do lado de fora. Foi tanta porra que além dele beber um pouco, ele engasgou e muito ainda escorreu pela boca e derramou sobre seu peito.
Assim que respirou, ele engoliu o que ainda tinha dentro da boca e limpou com o dedo aquela que tinha transbordado, levando até a língua e lambendo os dedos.
-Docinha.
-Gostou?
-Quero mais, mas não agora. Estou com as pernas frouxas e meu cu tá ardendo.
-Normal, a gente meteu demais hoje.
Levantamo-nos e tomamos aquele banho. Claro, JP me ensaboou, lavou minhas costas e todo o meu corpo, cuidou de mim como cuidaria de um marido, me beijava e me abraçava durante todo o banho. Táris não apareceu mais.
Quando saímos, olhei para o chão do lado de fora e tive a certeza de que mais alguém se satisfez com o meu frango-assado, tinha porra até na parede. No entanto JP não atentou para esse detalhe e fomos embora, juntos.


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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Comi o irmãozinho de JP


Aquele fim de semana tinha sido uma perfeição na minha, até então, modesta vida sexualmente ativa. No entanto na segunda feira houve algo para me preocupar.
JP veio até mim durante o recreio, horário no qual eu sempre estava comendo (me alimentando) num canto isolado ou entre amigos, mas no dia eu estava sozinho; pois bem, ele veio e se sentou do meu lado, perguntou se eu podia acompanhá-lo até o banheiro. Claro que pensei que ele queria algo ali e agora e meu pau ficou duríssimo no ato, ele notou e sorriu meio envergonhado.
Fomos até lá. Assim que chegamos, eu segurei seu braço fino com firmeza e o virei de frente para mim, encaixando sua boca na minha. Percorri toda aquela boquinha quente com minha língua até senti-lo me empurrar.
-Meu irmão descobriu que a gente...
-O quê? – minha pergunta foi para tentar entender a situação, mesmo assim ele repetiu o que tinha dito.
-Meu irmão sabe que a gente transou. Não sei como ele descobriu, mas acho que aquele dia na sua casa ele deve ter me visto entrar na sua casa e espiado pela janela ou... ah, eu não sei. Mas agora ele tá dizendo que vai falar pro meu pai.
-Dá um jeito, bate naquele pirralho! – Sim o irmão de JD era mais novo, tinha doze anos e estava atormentando o irmão dele.
-Acho que vamos ter que parar com isso. Antes que mais alguém fique sabendo.
Ele saiu às pressas do banheiro e me deixou ali, de pau duro e bastante preocupado. Se Saulinho abrisse a boca todo o pessoal ia ficar sabendo, já não bastava todos os que estavam na white party? Naquele dia, voltei pra casa disposto a resolver esse problema de um jeito ou de outro.
Saulinho era moleque e passava a tarde toda brincando na rua com os outros meninos. Naquela tarde, ainda, eu fui até a rua debaixo e o vi. Chamei-o e ele pediu para esperar. Quando os outros garotos foram para suas casas, ele veio. Disse que precisava conversar com ele e o olhar sarcástico com o qual ele me fitou dizia que ele sabia o teor da conversa.
-Eu sei o que você e o meu irmão tão fazendo. – Já em minha casa, ele foi categórico.
-E como é que você sabe?
-Meu irmão é trouxa. Ele escreve tudo num caderninho e deixa debaixo do colchão. Ele dá o cu e gosta.
-Hum – disse eu – garanto que até você ia gostar, se fosse com você.
-Duvido...
Ele não terminou de falar, pois eu levei a mão por baixo do calção de futebol que ele estava usando e apertei a biloquinha dele, por cima da cuequinha, que endureceu na hora. Como ele interrompeu o que ia falar, talvez pela surpresa, não perdi tempo, puxei o calção e olhei para aquele pauzinho, bonitinho e durinho que ficava pulsando em cima daquele saquinho que não tinha um pelo sequer, totalmente lisinho. Não agüentei e levei a boca direto no pauzinho dele e comecei a chupá-lo. Tinha cerca de quatorze centímetros e era fino pela pouca idade do garoto, mesmo assim eu segurava e afagava o pinto dele dentro da boca com a língua, que não parava de dançar em volta dele.
Tirei a boca e olhei para ele, sentado em minha cama de olhos fechados, até que ele abriu e me disse:
-Faz de novo.
-Se você fizer em mim.
Fiquei de pé e coloquei a pica durinha para fora. Vi que ele estava receoso, mas segurou meu pau com a mãozinha pequena e fria a qual quase não conseguia fechar quando o pegou; aos poucos foi chegando perto. Primeiramente deu uma chupadinha na cabeça, depois lambeu o corpo e parou para tirar um pelo da língua. Eu disse que aquilo era normal, que quando ele ficasse maior e tivesse uma pica grande como a minha ele ia fazer a mesma coisa com os amiguinhos dele, isso era normal na nossa idade, então ele colocou a boca aos pouquinhos e eu fui empurrando devagar para dentro segurando a cabeça dele até sentir a garganta do guri. Ele engasgou. Pedi para que ficasse de pé, ele ficou e se abaixou voltando a chupar minha rola que eu insistia em levar até a garganta dele e todas as vezes via que ele ficava com ânsia e parava. Nem sequer chegávamos na metade.
Naquela posição eu baixei o calção dele que caiu pelas perninhas finas até o chão. Vi aquela bundinha linda, lisa, até dei um tapinha enquanto ele chupava meu pau. Imaginei como deveria ser gostoso aquele cu virgenzinho escorregando no meu pau.
-Dá pra mim, Saulinho?
-Não, vai doer. – ele tirou meu pau da boca só pra falar isso com a saliva escorrendo pelo canto dela.
-Vai só um pouquinho, mas depois passa. Não vê seu irmão, ele disse que doeu?
-Ele disse que doeu pra caramba, mas que depois ficou bom.
-Então. Eu coloco, depois se doer, você fala e eu tiro. – ele me olhou desconfiado, mas eu já estava ganhando aquele cabacinho pra mim – Se você der pra mim, depois eu te chupo, você nem precisa, eu vou só te chupar. – De algum modo eu sabia que essa conversa iria ganhar ele e ganhou.
Ele se virou e se deitou na minha cama de bruços. Pedi para que abrisse a bundinha pra que eu visse o cuzinho dele e ele o fez. Era perfeitinho e pequenininho, do melhor jeito que podia ser. Cuspi na portinha e massageei com o dedo, ia enfiando e tirando aos poucos até enfiar tudo, para deixar a entrada mais larga e menos dolorida para o menino. Ele ia gemendo baixinho e eu sentia as contrações do cuzinho dele no meu dedo e isso me deixava mais louco ainda. Cuspi na mão e lubrifiquei a cabeça do meu pau e me preparei para comer aquele amiguinho.
Deitei-me por cima dele, encaixei o pau no reguinho quente dele e forcei a entrada. Saulinho fez uma cara de dor e tentou me empurrar com as mãos, no entanto não disse nada.
-Calma, relaxa, se não dói mesmo... isso relaxa, mais um pouquinho, não aperta na entrada não. – a cabeça deslizou para dentro e eu parei, para fazê-lo sentir meu pau e eu ia sussurrando as palavras de comando para acalmá-lo e fazê-lo se esquecer da dor. Por um momento ele tentou desistir da empreitada, mas, ao mesmo tempo, não queria dizer e parecer fraco, então mexi com o ego do garoto – deixa aí um pouquinho que você se acostuma. Essa dor é coisa de homem. Seu irmão agüentou e foi muito tempo, será que você é mais fraco que ele.
Então ele mordeu os lábios e agarrou o lençol apertando entre os dedos e forçando. Senti o cuzinho fechando e apertando a cabeça do meu pau. Amei isso e pedi para que relaxasse, mesmo assim ainda era uma entrada muito estreita para o meu pau de dez centímetros de circunferência. Fui atolando cada vez mais e mais, mas em certo momento ele pediu para parar. Eu nem cheguei a encostar na bundinha dele, mas senti que realmente não dava para passar dali.
-Tá doendo demais, não dá mais não.
-Quer chupar então?
Sentei-me na cama, ele ficou de joelhos e mais uma vez começou a me chupar e mais uma vez eu invadi a garganta dele, segurava sua nuca e o deixava de dois a cinco segundos sem respirar, quando via que ele estava com ânsia, retirava a pau. Foram mais ou menos umas oito vezes, até que na última delas eu o segurei e meu pau começou a pulsar mais forte. Gozei um jato quente direto na garganta dele e ele ficou engasgado, retirou na hora, mas como ainda estava com ele dentro da boca, levou mais dois jatos quentíssimos de porra: um sobre a língua e outro no meio da cara do lado de fora.
Ele perguntou o que era aquilo e, claro que eu disse que era a minha gala: a confirmação de que ele poderia vir outro dia para que eu o chupasse até aquilo sair do pau dele também. Engoliu o que estava na boca (confesso que achei nojento, mas ele adorou) e limpou no meu cobertor o que estava escorrendo pelo rosto. Não pude deixar de ver que ele estava animado pra voltar e gozar comigo outra vez.
Assim que o moleque saiu da minha casa, liguei para JP e disse que o irmão dele não ia contar nada pro pai deles, eu tinha certeza de que não iria.

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